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Grupo de Motta conta vantagem mesmo com ‘reforços’ de Picciani

A equipe de Hugo Motta na disputa pela liderança do PMDB da Câmara trabalha com universo de 67 votantes – computados o ministro da Saúde, Marcelo Castro, cuja saída ainda é negada pelo Planalto, e secretários do Rio de Janeiro que irão à Brasília só para votar. Segundo eles, além de um parlamentar que fez […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 23h32 - Publicado em 16 fev 2016, 07h02
Motta: contando apoios nos dedos

Motta: contando apoios nos dedos

A equipe de Hugo Motta na disputa pela liderança do PMDB da Câmara trabalha com universo de 67 votantes – computados o ministro da Saúde, Marcelo Castro, cuja saída ainda é negada pelo Planalto, e secretários do Rio de Janeiro que irão à Brasília só para votar.

Segundo eles, além de um parlamentar que fez cirurgia e não poderá participar do pleito, há um que declarou sua frustração com ambos os candidatos e que, por isso, votará em branco.

Nesse universo, garantem ter pouco mais que a metade dos apoios.

Os oposicionistas afirmam que só não fazem uma grande reunião com os apoiadores pois não querem que o governo saiba quem já havia se comprometido a votar com Leonardo Picciani e mudou de posição – nas chamadas traições – nos últimos dias.

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