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Gilmar concede prisão domiciliar a amigo do ‘doleiro dos doleiros’

Alvo da Operação Patrón, o uruguaio Najun Azario Flato Turner está preso preventivamente desde novembro

Por Mariana Muniz - 14 fev 2020, 13h32

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, concedeu prisão domiciliar ao doleiro uruguaio Najun Azario Flato Turner, preso ano passado na Operação Patrón, da Lava Jato do Rio, que teve como alvo esquemas do “doleiro dos doleiros”, Dario Messer. 

Najun Turner é apontado pelo MPF como o operador de confiança de Messer que o ajudou a manter-se foragido da Justiça. O nome dele foi revelado, pela primeira vez, em junho de 1992, durante a CPI que culminou no impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. 

Ao deferir a liminar favorável à prisão domiciliar do doleiro, Gilmar determinou que ele só pode se ausentar de casa mediante “prévia autorização judicial”.

“A prisão em domicílio, sob pena de se desacreditar, por completo, o sistema penal repressivo, não pode ser banalizada, precisa ser acompanhada com eficiência”, escreveu o ministro na decisão.

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A decisão já foi comunicada ao juiz Marcelo Breta, da  7ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro.

 

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