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Eduardo Cunha e os cartolas

Eduardo Cunha joga nas onze. Desta vez, com os interesses de cartolas do esporte brasileiro em pauta, Cunha avisou que dificultaria a aprovação de parte da emenda apresentada por Jerônimo Goergen à MP 620. A proposta condiciona o repasse de dinheiro público ao compromisso por parte dos clubes de implementar determinadas regras de transparência (Leia […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 05h25 - Publicado em 11 set 2013, 09h29

Poder ameaçado

Eduardo Cunha joga nas onze. Desta vez, com os interesses de cartolas do esporte brasileiro em pauta, Cunha avisou que dificultaria a aprovação de parte da emenda apresentada por Jerônimo Goergen à MP 620.

A proposta condiciona o repasse de dinheiro público ao compromisso por parte dos clubes de implementar determinadas regras de transparência (Leia mais em: Transparência e gestão responsável). Mas o ponto que colocou Goergen e Cunha em lados opostos trata da limitação do período de permanência dos dirigentes no poder – obviamente, algo apavorante para a turma da bola.

A emenda impede presidentes de clubes ocuparem a mesma cadeira por mais de oito anos. Gorgen diz que ouviu do próprio Eduardo Cunha o que viria pela frente:

– O Eduardo me disse que não vai se oporia à proposta como um todo. Mas falou apenas que foi procurado por gente da CBF e do COB, que não tinha como não atender a um dos pleitos deles e, por isso, iria destacar esse trecho, que trata da limitação dos mandatos.

Cunha cumpriu o que prometeu, mas acabou derrotado. A MP foi votada ontem à noite e a emenda, aprovada integralmente.

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