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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Cautela e torcida

Os pífios 3% de intenções de votos de Alexandre Padilha despertam dois sentimentos no núcleo da campanha de Paulo Skaf: cautela e esperança. Cautela porque acredita-se que boa parte do mau desempenho tem relação com o fato de Padilha ainda ser pouco conhecido entre o eleitorado e que o início da propaganda obrigatória na televisão […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 03h39 - Publicado em 16 jun 2014, 12h01
Um, dois, três, gravando

Patinando…

Os pífios 3% de intenções de votos de Alexandre Padilha despertam dois sentimentos no núcleo da campanha de Paulo Skaf: cautela e esperança.

Cautela porque acredita-se que boa parte do mau desempenho tem relação com o fato de Padilha ainda ser pouco conhecido entre o eleitorado e que o início da propaganda obrigatória na televisão vai alavancá-lo a um patamar menos vergonhoso.

A esperança: Padilha precisar levar 20% dos votos para que haja segundo turno. A turma de Skaf, claro, trabalha para ter mais que isso e conseguir chegar ao tudo ou nada contra Geraldo Alckmin, deixando o petista de fora.

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