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Murillo de Aragão Por Murillo de Aragão
Até agora nenhum diagnóstico preciso do país foi realizado
Economia, pandemia e rejeição aos favoritos influenciarão a disputa
O atual sistema não atende aos interesses da cidadania
Nada mais pode ser feito só por vontade do chefe do Executivo
O capitalismo de mercado deve ser considerado no cálculo político
Os trabalhadores do país não estão interessados em luta de classes
São poucas as convicções do que vai influenciar na escolha do eleitor
Somos uma sociedade plural onde atuam diversos polos de poder
Congresso e Executivo vão definir o estado da economia em 2022
Provocar tensões não interessa ao país nem à cidadania
Setores radicais estão querendo tornar pior o que já não está bom
A autonomia do Banco Central propõe estabilidade e previsibilidade, além da independência necessária para gerir as finanças do país
Os radicais fazem barulho, mas mandam pouco no cotidiano público
A precária credibilidade do país vive sob ameaça constante
O Brasil precisa tomar o rumo da racionalidade para ter sucesso
A sociedade precisa se posicionar para resgatar o tempo perdido
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