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Jorge Pontes Jorge Pontes foi delegado da Polícia Federal e é formado pela FBI National Academy. Foi membro eleito do Comitê Executivo da Interpol em Lyon, França, e é co-autor do livro Crime.Gov - Quando Corrupção e Governo se Misturam.
Por detrás das milhares de críticas veiculadas nas redes sociais, atacando a PL das fake news, não havia nenhuma que guardasse motivação de viés libertário
Quem pratica a rachadinha não é menos desonesto do quem pratica uma fraude em licitação da Petrobras
A PGR parece dar sinais de que busca fustigar - e desfazer - a bem sucedida força-tarefa do Ministério Público Federal em Curitiba
Vemos agora, com clareza, um movimento de todos os campos ideológicos contra a operação de Curitiba
As milícias digitais - e os ativistas do fanatismo - certamente não querem mudanças no caótico e desregrado cenário atual
As notícias falsas se tornaram, para alguns, a verdadeira argamassa da conquista do eleitorado
Aquele que mais alto gritou contra a corrupção sistêmica hoje se associa a políticos que protagonizaram escândalos como o mensalão e o petrolão
As estratégias de reforma anticorrupção devem incluir a aplicação, a educação e a construção de um amplo desenho institucional
Se já estava difícil acreditar que o Exército se lançaria na aventura do golpe, agora ficou impossível
Cada vez mais fica explicado o interesse do presidente pela unidade da Polícia Federal no Rio de Janeiro
Os prejuízos e a fadiga causados na sociedade brasileira pela dicotomia ideológica produzirão, em breve, uma enorme procura pelo caminho do meio
Não é difícil perceber, após tantas crises e desilusões com elites políticas, como os brasileiros aceitam e recepcionam positivamente as fake news
Augusto Aras ensaiou colocar a imprensa tradicional no mesmo balaio dos blogs e das redes sociais
Governo federal promove desinformação ao optar por um cálculo que tortura os números do coronavírus no país
Com um governo de direita no poder, começamos a perceber semelhante omissão por parte de seus seguidores
Hoje em dia fica claro como água que há dois Bolsonaros
A hipótese aventada pelo presidente é de um fisiologismo - um toma lá dá cá - escancarado e institucionalizado pela caneta e o Diário Oficial da União
Podemos interpretar, de tempos em tempos, o seu aparecimento no cenário nacional - e o início da sua atuação - como um péssimo sintoma para o governo da vez
As operações das últimas 48 horas provam que a Polícia Federal não pertence a este ou nenhum outro governo, mas está a serviço dos interesses do Brasil
A visita do presidente à PGR, nas atuais circunstâncias, tangenciou o desespero
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