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Senador quer a volta de coligação para vereadores e unificar eleição

A legislação atual prevê que não haverá aliança entre partidos na disputa pelas cadeiras no próximo ano

Por Rodrigo Daniel Silva 25 abr 2019, 21h51

Um projeto apresentado pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA) quer a volta da coligação na eleição proporcional em 2020. A legislação atual prevê que não haverá aliança entre partidos na disputa pelas cadeiras de vereadores no próximo ano. Outra proposta do baiano, que ainda está em fase de estudo, é prorrogar os mandatos dos prefeitos e vereador até 2022, para que se unifique as eleições no Brasil.

“A lei atual obriga que cada partido tem que lançar sua chapa e não pode coligar com ninguém. Com isso, a gente vai voltar ao tempo que terá o partido do prefeito e o partido do adversário. Será o tempo da Arena 1 e Arena 2. Vai ser um suicídio para os vereadores do Brasil. Uma eleição municipal não existe muita estrutura. A realidade é totalmente diferente para um eleição estadual e federal”, declarou.

Coronel disse que a sua proposta não estabelece coligações para deputados estaduais e federais. “Mas se algum parlamentar quiser colocar uma emenda, não tem problema. É uma discussão futura”, pontuou. Sobre unificar as eleições, o senador afirma que a medida iria reduzir os custos para os cofres públicos.

  • “Já pedi para o meu jurídico analisar. A ideia é a prorrogação de mandatos de vereadores e prefeitos atuais por dois anos, para que nas eleições de 2022 tenha tudo junto. Eleição de prefeito, vereador, deputado, governador, senador e presidente. Seria uma eleição geral que vai reduzir o custo ao erário público. É impossível o Brasil conseguir ter uma eleição a cada dois anos. Hoje, com as urnas eletrônicas, não tem problema a eleição ser unificada”, defendeu.

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