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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Me engana que eu gosto (877)

“Fui indicado porque era ministro e não pretendo continuar”. Luiz Dulci, ex-secretário-geral da Presidência e integrante do primeiro escalão do Instituto Lula, ainda em trabalhos de parto, prometendo largar assim que puder o empregão no Conselho de Administração da Eletrobrás, onde recebe R$ 4.300,00 mensais para participar de reuniões de vez em quando.

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 12h34 - Publicado em 16 mar 2011, 23h17

“Fui indicado porque era ministro e não pretendo continuar”.

Luiz Dulci, ex-secretário-geral da Presidência e integrante do primeiro escalão do Instituto Lula, ainda em trabalhos de parto, prometendo largar assim que puder o empregão no Conselho de Administração da Eletrobrás, onde recebe R$ 4.300,00 mensais para participar de reuniões de vez em quando.

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