Clique e assine a partir de 9,90/mês
Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A cartolagem bandida se esconde no Brasil

Cumpre aos homens da lei do chamado "país do futebol" impor aos dirigentes ladrões uma versão atualizada daquele 7 a 1 contra a Alemanha

Por Augusto Nunes - 12 dez 2017, 22h37

Os rumos do julgamento na corte do Brooklyn avisam que o saneamento do futebol brasileiro começou em Nova York. Completando o bom trabalho do FBI, que se amparou na delação premiada do empresário J. Hawilla, a Justiça americana condenará a uma longa temporada na prisão o quadrilheiro José Maria Marin, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Também serão punidos o ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e o atual, Marco Polo Del Nero, ambos refugiados no Brasil.

O que espera a Justiça brasileira para requisitar as incontáveis provas dos crimes cometidos pela dupla e enjaular Teixeira e Del Nero? É o início da goleada sofrida pela cartolagem bandida que começou no exterior. Cumpre aos homens da lei do chamado “país do futebol” impor aos dirigentes ladrões uma versão atualizada do que representou para a seleção de 2016 aquele 7 a 1 contra a Alemanha.

Publicidade