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Como alimentar 9,7 bilhões de pessoas em 2050?

Na busca de produtividade com sustentabilidade, o setor agropecuário investe em iniciativas pioneiras

Por Abril Branded Content Atualizado em 27 set 2021, 17h14 - Publicado em 2 out 2021, 10h00

Nos próximos trinta anos, o planeta vai ganhar mais 2 bilhões de habitantes, mais do que a soma das pessoas que hoje habitam a China, os Estados Unidos e o Brasil. No início da década de 2050, serão 9,7 bilhões de pessoas. A projeção é da Organização das Nações Unidas (ONU).

Como alimentar todos com qualidade e, ao mesmo tempo, tornar a produção mais sustentável? As proteínas são cruciais nesse processo. Afinal, elas têm nutrientes essenciais e atuam em diversas funções importantes do organismo.

O setor agropecuário sabe desse desafio. Como segunda maior indústria de alimentos do mundo e maior companhia no setor de proteínas, a JBS leva a sério o compromisso de alimentar o planeta com produtos de qualidade e de forma sustentável.

“O principal desafio que enfrentamos é como abastecer a crescente população mundial de itens básicos, sem sacrificar o nosso planeta”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Globa da JBS. Essa atenção com a sustentabilidade levou a empresa a assumir o compromisso de se tornar Net Zero até 2040, ou seja, zerar o balanço líquido de suas emissões de gases causadores do efeito estufa.

Produtividade e sustentabilidade

Historicamente, a JBS desenvolve uma série de iniciativas para garantir a sustentabilidade na cadeia produtiva. Mantém uma Política de Compra Responsável de Matéria-Prima, que estabelece critérios socioambientais para a seleção de seus fornecedores, que devem atuar em áreas livres de desmatamento, respeitar terras indígenas e áreas de conservação ambiental. E não podem utilizar mão de obra análoga à escrava. Além disso, a empresa firmou parceria com a Liga do Araguaia (logo acima), iniciativa formada por 60 pecuaristas da região do Médio Vale do Araguaia. “Produtividade e sustentabilidade podem e devem caminhar juntas”, avalia José Carlos Pedreira de Freitas, diretor da HECTA e coordenador da Liga do Araguaia.

A iniciativa surgiu em 2015 e reúne uma série de parceiros a fim de levar informações e métricas para os produtores participantes. “A parceria com a JBS tornou possível ajudar essas fazendas e melhorar a gestão produtiva, econômica e de sustentabilidade”, diz Pedreira. “Atuar em conjunto com uma empresa global nos coloca em contato com as exigências do mercado e nos orienta nos pré-requisitos de que precisamos para gerar valor.”

A JBS mantém ainda o programa Fazenda Nota 10, que oferece treinamentos para maximizar os resultados das fazendas de gado de corte no Brasil.

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