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Estudo mostra que bebês infectados pelo zika podem ter autismo

Pesquisa desenvolvida por brasileiros mostra outras sequelas pela infecção do vírus para além da microcefalia

Por Da Redação - 6 jun 2018, 18h05

Um estudo publicado nesta quarta-feira mostra que os bebês infectados pelo vírus do zika podem ter outras consequências além da microcefalia. Segundo a pesquisa, apenas 10% dos fetos afetados pelo zika nascem com essa condição, que pode ter diferentes graus de sequelas para o cérebro do bebê e que, fisicamente, é caracterizada pelo tamanho da cabeça da criança, que é menor do que o esperado para a idade.

Quando adultas, essas pessoas podem ter autismo e esquizofrenia além de desenvolverem quadros de convulsões e epilepsia. A pesquisa foi feita só por cientistas brasileiros das Universidades Federais de São Paulo e do Rio de Janeiro e usou cobaias para tentar prever os efeitos a longo prazo do zika.

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