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60 anos de Madonna: os maiores acertos e as piores gafes de sua carreira

Sérgio Martins, editor de VEJA, faz uma breve análise da longa e consistente trajetória da diva e relembra os momentos mais marcantes da sua carreira

Por Da Redação - Atualizado em 16 ago 2018, 11h21 - Publicado em 16 ago 2018, 08h00

Madonna influenciou gerações de fãs e abriu as portas para outras divas pop com sua atitude transgressora, sua sexualidade e sua rebeldia. Hoje, completando 60 anos de idade e mais de 35 anos após o lançamento do seu primeiro álbum, ela mantém uma das carreiras mais duradouras e carrega o título de Rainha do Pop. Aposentadoria? Nem pensar. Madonna prepara seu 14º disco e há pouco viajava o mundo com sua décima turnê – que a ajuda a se tornar a artista solo com a maior arrecadação em shows da história, somando 1,3 bilhão de dólares.

Símbolo incontestável da cultura pop, Madonna transforma em arte — e em discurso feminista — suas raízes culturais e emocionais. Descendente de imigrantes italianos e com forte criação católica, ela perde a mãe para o câncer antes de completar 10 anos de idade. Depois, enfrenta o pai para seguir o sonho de ser dançarina. Quando parte para Nova York, nos anos 1980, com apenas 35 dólares no bolso, Madonna começa a lapidar a personalidade, gostos e valores que a levariam ao topo das paradas. Ela se aproxima da comunidade gay, discursa em prol da mulher, prega avidamente a liberdade sexual e flerta com símbolos religiosos de uma maneira pouco convencional.

 

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