Vacina chinesa: Principal etapa termina no Brasil
Nove mil voluntários foram imunizados, com segurança. A próxima etapa vai incluir pessoas com perfis diferentes, como aqueles com mais de 60 anos
Os estudos com a vacina chinesa CoronaVac, desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo, atingiram uma etapa importante no país. Os testes com os 9 mil voluntários foram concluídos. Não houve efeitos colaterais importantes e a produção de anticorpos foi positiva. O resultado, que deverá se anunciado até o fim desta semana, ratifica a segurança do produto.
Os trabalhos com a CoronaVac começaram no país em julho, com voluntários preferencialmente da área da saúde. Agora, na segunda etapa já aprovada pela Anvisa, serão incluídos mais 4 mil pessoas. Desta vez serão aceitos grupos com diferentes perfis, como aqueles já infectados e com idade acima de 60 anos.
Recentemente, duas pesquisas clínicas com outros imunizantes foram suspensos por problemas com a segurança: do laboratório Astrazeneca em parceria com a Universidade de Oxford e do grupo Johnson & Johnson.
Produzida pelo laboratório chines Sinovac, a CoronaVac é uma das vacinas mais promissoras para a Covid-19. Ela é inativada, ou seja, contém apenas fragmentos do vírus inativos.
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