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Uma luz para o tratamento contra a acne

Estados Unidos aprovam laser para combater problema que afeta milhões de adolescentes e adultos em todo o mundo

Por Redação 5 dez 2022, 11h42 • Atualizado em 5 dez 2022, 11h42
  • A acne costuma aparecer durante a adolescência por causa das alterações hormonais que ocorrem nessa fase. Genética, estilo de vida e alguns medicamentos podem agravar o problema. Estima-se que, só nos Estados Unidos, a doença afete mais de 50 milhões de adolescentes e adultos. Atualmente, há vários tratamentos para amenizar a inflamação tais como antibióticos, cosmecêuticos e medicamentos específicos para esse fim.

    Agora, uma nova tecnologia parece ser o maior avanço que se teve até agora no combate à acne ativa. Na semana passada, a Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos, liberou o laser Accure para tratar a condição na pele. “Trata-se de um sistema com um comprimento de onda que atinge somente as glândulas sebáceas. Há tempos que vínhamos esperando a liberação dessa tecnologia e acredito que é um marco na dermatologia”, diz o dermatologista Otávio Macedo.

    Christopher Carlton, presidente da Accure Acne nos Estados Unidos disse que a empresa foi fundada há mais de sete anos para desenvolver esta tecnologia disruptiva. “Construímos cuidadosamente um perfil de segurança e lutamos pelos melhores resultados clínicos”, disse.

    Rox Anderson, cientista responsável pela criação dessa tecnologia, utilizou a física e a engenharia para criar um laser que atinge as glândulas sebáceas de maneira seletiva. “A acne é a doença de pele número um ou dois em dermatologia e os pacientes estão interessados no tratamento da acne com dispositivos de base energética”, afirmou.

    Além de Anderson, a dermatologista brasileira Fernanda Sakamoto está envolvida no desenvolvimento da técnica. Segundo ela, muitos tratamentos contra a acne não têm sucesso por causa de contraindicações ou mesmo da falta de adesão dos pacientes. “Ter uma nova ferramenta que possa ser utilizada por um dermatologista em um ambiente controlado pode melhorar a vida de muita gente.”.

    Ainda não se sabe quando o aparelho estará disponível no Brasil, mas o fato de ter sido liberado pela FDA é um passo importante para que, em breve, a tecnologia desembarque em clínicas de todo o mundo.

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