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Sete hospitais brasileiros estão entre os melhores do mundo; veja quais são

Ranking avaliou mais de 2.500 instituições em 32 países; metodologia combina indicadores de qualidade, experiência do paciente e recomendações médicas

Por Victória Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 27 fev 2026, 10h00 • Atualizado em 27 fev 2026, 17h55
  • Sete hospitais brasileiros estão entre os melhores do mundo no ranking World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela Newsweek em parceria com a plataforma de análise de dados Statista.

    Divulgado na quarta-feira, 25, o levantamento avaliou 2.530 hospitais em 32 países e concedeu reconhecimento especial às 250 instituições com melhor desempenho global.

    Veja os hospitais brasileiros presentes no ranking:

    • Einstein Hospital Israelita Albert – 16º lugar
    • Hospital Sírio Libanês – 79º lugar
    • Hospital Alemão Oswaldo Cruz – 105º lugar
    • Hospital Moinhos de Vento – 111º lugar
    • Hospital do Coração (HCor) – 146º lugar
    • Hospital Santa Catarina Paulista – 151º lugar
    • Hospital das Clínicas da USP – 189º lugar

    Os cinco primeiros colocados na lista são a Mayo Clinic (EUA), o Toronto General-University Health Network (Canadá), a Cleveland Clinic (EUA), o Karolinska Universitetssjukhuset (Suécia) e o Massachusetts General Hospital (EUA).

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    Critérios

    O ranking World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela Newsweek em parceria com a Statista, é construído a partir de quatro eixos principais de avaliação, com pesos definidos na nota final. O critério de maior impacto são as métricas de qualidade hospitalar, que respondem por 40% da pontuação e incluem indicadores públicos que variam de país para país, como qualidade do cuidado em tratamentos específicos, medidas de higiene e segurança e proporção entre pacientes e profissionais de saúde.

    Na sequência aparecem as recomendações de especialistas, que somam 35% da nota — sendo 30% de indicações nacionais e 5% internacionais. Para essa etapa, médicos, gestores hospitalares e outros profissionais da saúde foram convidados a apontar hospitais de destaque em seus países e no exterior, sem a possibilidade de recomendar a própria instituição.

    A experiência do paciente representa 18,5% da pontuação e é baseada em pesquisas públicas já existentes, geralmente aplicadas após a alta hospitalar, que avaliam satisfação geral, recomendação do hospital e percepção sobre o atendimento recebido. Por fim, 6,5% da nota decorre da implementação das chamadas PROMs (Patient-Reported Outcome Measures), questionários padronizados e validados que mensuram a percepção do próprio paciente sobre seu bem-estar funcional e qualidade de vida após o tratamento.

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