Sete hospitais brasileiros estão entre os melhores do mundo; veja quais são
Ranking avaliou mais de 2.500 instituições em 32 países; metodologia combina indicadores de qualidade, experiência do paciente e recomendações médicas
Sete hospitais brasileiros estão entre os melhores do mundo no ranking World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela Newsweek em parceria com a plataforma de análise de dados Statista.
Divulgado na quarta-feira, 25, o levantamento avaliou 2.530 hospitais em 32 países e concedeu reconhecimento especial às 250 instituições com melhor desempenho global.
Veja os hospitais brasileiros presentes no ranking:
- Einstein Hospital Israelita Albert – 16º lugar
- Hospital Sírio Libanês – 79º lugar
- Hospital Alemão Oswaldo Cruz – 105º lugar
- Hospital Moinhos de Vento – 111º lugar
- Hospital do Coração (HCor) – 146º lugar
- Hospital Santa Catarina Paulista – 151º lugar
- Hospital das Clínicas da USP – 189º lugar
Os cinco primeiros colocados na lista são a Mayo Clinic (EUA), o Toronto General-University Health Network (Canadá), a Cleveland Clinic (EUA), o Karolinska Universitetssjukhuset (Suécia) e o Massachusetts General Hospital (EUA).
Critérios
O ranking World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela Newsweek em parceria com a Statista, é construído a partir de quatro eixos principais de avaliação, com pesos definidos na nota final. O critério de maior impacto são as métricas de qualidade hospitalar, que respondem por 40% da pontuação e incluem indicadores públicos que variam de país para país, como qualidade do cuidado em tratamentos específicos, medidas de higiene e segurança e proporção entre pacientes e profissionais de saúde.
Na sequência aparecem as recomendações de especialistas, que somam 35% da nota — sendo 30% de indicações nacionais e 5% internacionais. Para essa etapa, médicos, gestores hospitalares e outros profissionais da saúde foram convidados a apontar hospitais de destaque em seus países e no exterior, sem a possibilidade de recomendar a própria instituição.
A experiência do paciente representa 18,5% da pontuação e é baseada em pesquisas públicas já existentes, geralmente aplicadas após a alta hospitalar, que avaliam satisfação geral, recomendação do hospital e percepção sobre o atendimento recebido. Por fim, 6,5% da nota decorre da implementação das chamadas PROMs (Patient-Reported Outcome Measures), questionários padronizados e validados que mensuram a percepção do próprio paciente sobre seu bem-estar funcional e qualidade de vida após o tratamento.





