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Saúde de SP alerta para risco de reintrodução do sarampo durante temporada de cruzeiros

Estado registra dois casos em 2025 e orienta turistas e moradores a conferirem a vacinação diante do risco de casos importados

Por Victória Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 28 dez 2025, 13h52 • Atualizado em 28 dez 2025, 13h53
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    Com a chegada do verão e o aumento da circulação de turistas pelo litoral paulista, a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo (SES-SP) emitiu um alerta para o risco de reintrodução do sarampo no Brasil, sobretudo durante a temporada de cruzeiros, período em que o país recebe viajantes de diferentes partes do mundo.

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    Em 2025, 38 casos da doença foram notificados no país, sendo dois deles no estado de São Paulo. Apesar dos registros, a SES reforça que não há surto de sarampo em curso e que o Brasil mantém o certificado de país livre da doença. A maior parte das ocorrências tem origem importada, sem evidência de circulação endêmica do vírus.

    O alerta, segundo a pasta, se justifica pelo cenário internacional. Há surtos ativos de sarampo em diversas regiões do mundo e, neste período do ano, a circulação de turistas estrangeiros se intensifica, inclusive em ambientes com grande concentração de pessoas, como navios, portos e cidades turísticas. “Isso exige vigilância contínua e atenção à situação vacinal da população”, destaca a secretaria, em nota.

    A principal recomendação para quem pretende viajar ou participar de eventos com aglomerações é verificar a carteira de vacinação. A orientação é manter a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, em dia, preferencialmente com pelo menos 15 dias de antecedência em relação à possível exposição.

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    Além da vacinação, a SES-SP reforça medidas complementares para reduzir o risco de transmissão, sobretudo em ambientes fechados ou com grande circulação de pessoas. Entre elas estão cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar, higienizar as mãos com frequência, evitar compartilhar copos, talheres e alimentos, não levar as mãos aos olhos ou à boca, manter ambientes limpos e bem ventilados e evitar contato próximo com pessoas doentes.

    A SES também destaca que a atenção deve continuar mesmo após o retorno da viagem. Caso surjam sintomas suspeitos até 30 dias depois, como febre e manchas avermelhadas pelo corpo, associadas a tosse, coriza ou conjuntivite, a orientação é procurar um serviço de saúde, informar o histórico de deslocamento e evitar a circulação em locais públicos.

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