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Rio de Janeiro lidera aumento de casos de Covid-19 no Brasil, diz Fiocruz

Segundo o novo Boletim InfoGripe, o crescimento no número de casos da doença é maior na população adulta

Por Diego Alejandro
Atualizado em 14 set 2023, 19h00 - Publicado em 14 set 2023, 18h13

O último Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira, aponta para o crescimento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados à Covid-19 em alguns estados do Sudeste e do Centro-Oeste. O Rio de Janeiro é o estado em que desponta o aumento de infecções, com Espírito Santo, Goiás e São Paulo logo atrás. Os dados se referem ao período de 3 a 9 de setembro.

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a maioria dos casos de SRAG causada por vírus respiratório teve como agente o Sars-CoV-2 (35,6%), seguido do vírus sincicial respiratório (VSR) com 13,3%, influenza A ( 2,9%) e influenza B (0,9%). Entre os óbitos, a presença desses mesmos vírus entre os positivos foi de 78,7% para Sars-CoV-2 (Covid-19), 2,7% para influenza A; 2,7% para VSR e 0% para influenza B.

Para o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, embora o ritmo de crescimento não seja alarmante, merece atenção. “É fundamental a vacina no braço dentro da recomendação atual das doses de reforço. Caso não esteja em dia, busque o posto de saúde mais próximo. Assim, esse ciclo de crescimento de Covid-19 que estamos começando a observar será de menor impacto. O risco fica bem menor com a vacina, principalmente para evitar o desenvolvimento de casos graves”, reforça.

O levantamento da Fiocruz também mostra que 7 das 27 unidades da Federação apresentam sinais de crescimento na tendência de longo prazo. São elas: Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe. 

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Nos quatro primeiros e em Sergipe, o crescimento se concentra nas faixas de 2 a 4 e de 5 a 14 anos de idade. Em Roraima, o aumento se concentra nas crianças até 4 anos de idade. Nos estados restantes, o crescimento se observa nas faixas etárias da população adulta.

Já em nível nacional, o boletim aponta queda nos novos casos de SRAG nas tendências de longo prazo (últimas seis semanas) e de curto prazo (últimas três semanas).

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