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Número de casos suspeitos de varíola dos macacos no Brasil sobe para sete

Segundo Ministério da Saúde, episódios foram notificados em Santa Catarina, Ceará, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Rondônia e São Paulo

Por Paula Felix Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 6 jun 2022, 17h59 •
  • O Ministério da Saúde informou nesta segunda-feira, 6, que investiga sete casos suspeitos de varíola dos macacos (monkeypox, em inglês), zoonose viral capaz de infectar humanos e que está em surto na Europa e na América do Norte. Até o momento, nenhum caso foi confirmado no país.

    De acordo com a pasta, os episódios em investigação foram notificados nos estados de Santa Catarina (1), Ceará (1), Mato Grosso do Sul (1), Rio Grande do Sul (1), Rondônia (2) e São Paulo (1). No último sábado, 4, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, utilizou as redes sociais para divulgar os dois novos registros em investigação em Rondônia. “O Governo Federal segue reforçando a política de testagem para que possamos otimizar a confirmação diagnóstica da doença”, publicou, na ocasião.

    A doença tem se alastrado e, segundo o último balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS), foram registrados 780 casos em 27 países não endêmicos para a doença. O levantamento, com dados de 13 de maio a 2 de junho e divulgado no último sábado, 4, informa que o risco global da doença é considerado moderado por ser a “primeira vez que muitos casos e aglomerados de varíola são relatados simultaneamente em países não endêmicos e endêmicos em áreas geográficas da OMS amplamente díspares”.

    Análises preliminares sobre os primeiros casos do atual surto demonstraram que o vírus foi detectado por serviços de cuidados primários ou de saúde sexual e os principais pacientes eram homens que fazem sexo com homens. No entanto, a OMS já alertou que esta não é uma doença que afeta grupos específicos e que qualquer pessoa pode contraí-la se tiver contato próximo com alguém infectado.

    Descoberta em 1958, a varíola dos macacos circula principalmente entre roedores e humanos podem se infectar com o consumo da carne, contato com animais mortos ou ferimentos causados pelos roedores. Entre os sintomas, estão: febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, linfonodos inchados, calafrios e exaustão. A erupção cutânea começa geralmente no rosto e, depois, se espalha para outras partes do corpo, principalmente as mãos e os pés. A doença é endêmica em países da África central e ocidental, como República Democrática do Congo e Nigéria.

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