Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 9,90

As suspeitas sobre causa da morte de mulher em piscina de academia na Zona Leste de SP

Caso é investigado pelo 42º Distrito Policial, no Parque São Lucas; exposição a altas concentrações pode causar broncoespasmo e insuficiência respiratória

Por Victória Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 fev 2026, 11h13 • Atualizado em 9 fev 2026, 12h11
  • A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte de uma mulher que nadou na piscina de uma academia no Parque São Lucas, Zona Leste de São Paulo. O caso levanta suspeitas sobre um possível vazamento ou uso inadequado de cloro

    A vítima é a professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos. De acordo com o boletim de ocorrência, ela passou mal após nadar na piscina da academia no sábado, 7. O marido, que também utilizou o local, permanece internado em estado grave em Santo André. Um adolescente segue hospitalizado. Outras duas pessoas apresentaram sintomas, foram atendidas e já receberam alta.

    Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que o caso está sob responsabilidade do 42º Distrito Policial, no Parque São Lucas. A polícia acionou a perícia técnica e a Vigilância Sanitária, que realizaram inspeções no local. “Objetos foram apreendidos para análise e devem ajudar a esclarecer o que ocorreu”, escreveu a Secretaria em nota. 

    A principal linha de investigação apura se houve vazamento de cloro ou erro no manuseio da substância usada no tratamento da água. Testemunhas relataram um odor intenso, associado ao produto químico, e afirmam que a água apresentava aspecto e gosto anormais.

    Piscina com muito cloro pode fazer mal?

    Em situações extremas, sim, o cloro pode ser perigoso. Essa substância é usada no tratamento da água porque elimina microrganismos, mas só é seguro dentro de limites bem definidos. Quando há erro de dosagem, vazamento ou mistura inadequada de produtos químicos, o que deveria proteger passa oferecer riscos.

    Continua após a publicidade

    Em concentrações muito altas, o cloro pode irritar olhos, pele e, principalmente, as vias respiratórias. A inalação do produto — especialmente em ambientes fechados ou pouco ventilados — pode provocar broncoespasmo, uma contração dos brônquios que dificulta a passagem do ar, além de inflamação pulmonar e, nos casos mais graves, insuficiência respiratória.

    Um sinal de alerta é o cheiro forte. Ao contrário do que muita gente imagina, piscina bem tratada não deveria ter odor intenso. Esse cheiro costuma indicar excesso de produto ou a formação de substâncias irritantes, como as cloraminas.

    Outro ponto importante é que os sintomas nem sempre são imediatos. A pessoa pode sair da piscina aparentemente bem e piorar horas depois, o que é compatível com quadros de intoxicação química.

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    Domine o fato. Confie na fonte.

    15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

    OFERTA LIBERE O CONTEÚDO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    MELHOR OFERTA

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).