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Europa se prepara para começar a vacinar a população ainda neste ano

No Brasil, 120 000 doses da vacina CoronaVac chegam na quinta, 19, ao Instituto Butantan, em São Paulo

Por Da Redação
Atualizado em 19 nov 2020, 10h56 - Publicado em 18 nov 2020, 18h37
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  • Início da vacinação: ainda depende do aval da Anvisa para as vacinas CoronaVac e do imunizante produzido pela Universidade de Oxford/AstraZeneca
    Início da vacinação: ainda depende do aval da Anvisa para as vacinas CoronaVac e do imunizante produzido pela Universidade de Oxford/AstraZeneca (Getty Images/VEJA)

    Com a recente explosão de casos na Europa, os governos dos principais países correm para oferecer alguma vacina assim que forem aprovadas em testes clínicos.

    A França destinou 1,5 bilhão de euros para a compra de imunizantes contra o Coronavírus. O presidente Emannuel Macron, por meio de seu porta-voz, Gabriel Attal, informou já estar colocando a estrutura de armazenamento e distribuição de doses.

    Os produtos que lideram a corrida – as das americanas Pfizer e Moderna – têm sido tema de conversas entre as autoridades e os representantes das farmacêuticas dos Estados Unidos. Há expectativa – embora não certa – de que logo antes do Natal, ou no início de 2021, a vacinação seja deflagrada, inicialmente para grupos de risco, sobretudo idosos.

    O Reino Unido também trabalha com essa hipótese de acelerar ao máximo a primeira oferta de vacinas. Há poucos dias, o ministro da Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, informou que o Serviço Nacional de saúde (NHS, na sigla em inglês) está se preparando para distribuir um imunizante a partir de dezembro. 

    O governo da Itália montou um grupo de trabalho para organizar a logística da distribuição das futuras vacinas em cada região do país. O comitê está ativo desde 4 de novembro e é formado por 15 especialistas que trabalham sob a coordenação do Ministério da Saúde do país. A expectativa é de que as primeiras doses estejam disponíveis no fim deste ano.

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    No Brasil, as primeiras doses da chinesa CoronaVac, desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo, chegam amanhã, quinta, 19, mas ainda não há acordo acertado com o governo federal para incluí-la no plano nacional de vacinação. As negociações com o laboratório Pfizer estão em fase inicial.

    O governo brasileiro também tem acordo com o laboratório Astrazeneca, que desenvolve um imunizante em parceria com a Universidade de Oxford. O país deverá receber 15 milhões de doses da vacina ao mês de janeiro a julho.

    Hoje, a média móvel de casos no Brasil, segundo levantamento de VEJA, é de 28.210,6. De mortes, 583,1.

     

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