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Estudo avalia combinação das vacinas de Oxford e da Pfizer

Espera-se que mais de 800 voluntários com 50 anos ou mais participem da pesquisa no Reino Unido

Por Mariana Rosário Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 4 fev 2021, 14h37 • Atualizado em 3 mar 2021, 16h02
  • O governo do Reino Unido anunciou nesta quinta-feira, 4, que fará um teste em que combina doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford (e produzida pela farmacêutica AstraZeneca) e do imunizante da Pfizer.

    Em nota, o governo local informou que, se o estudo mostrar resultados promissores, será possível “considerar a revisão da abordagem do regime de vacinas, mas apenas se for comprovado como seguro e recomendado pelo Comitê Conjunto de Vacinação e Imunização”. 

    A ideia é mesclar diferentes cenários e compreender de que maneira as vacinas se tornam mais eficazes. São oito combinações que alteram a ordem de aplicação dos imunizantes, o tempo de pausa (entre 28 dias e 12 semanas) e, inclusive, o uso das vacinas sozinhas.

    São esperados cerca de 800 voluntários acima de 50 anos em oito locais diferentes em toda a Inglaterra – incluindo Londres, Birmingham e Liverpool.

    Intercambiar doses, dizem especialistas em imunização, pode facilitar a logística de grandes programas de vacinação. Em dezembro, a Universidade de Oxford anunciou cooperação semelhante com a vacina do Instuto Gamaleya, a russa Sputnik V.

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