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Estado de paciente diagnosticado com ebola nos EUA é grave

Autoridades buscam pessoas que podem ter sido expostas ao vírus por meio do contato com o indivíduo, que viajou da Libéria para visitar familiares

Por Da Redação
1 out 2014, 15h07

A primeira pessoa diagnosticada com ebola nos Estados Unidos – e fora do continente africano – está em estado grave, disse nesta quarta-feira um porta-voz do Hospital Presbiteriano de Dallas, no Texas, onde ela está internada. Essa foi a única informação sobre o quadro de saúde do paciente divulgada desde terça-feira, quando autoridades americanas tornaram público o caso.

O Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) disse ontem que o paciente viajou da Libéria, um dos países mais atingidos pela atual epidemia de ebola, ao Texas para visitar familiares. Nesta quarta-feira, a principal autoridade de saúde pública do Canadá, Greg Taylor, afirmou que o trajeto entre os dois países foi feito via Bruxelas.

Ainda de acordo com o CDC, o indivíduo, que não teve a sua identidade revelada, desembarcou nos Estados Unidos em 20 de setembro, começou a manifestar os sintomas no dia 24 e procurou ajuda médica no dia 26 no hospital de Dallas. Ele foi atendido, recebeu uma prescrição de antibióticos e liberado em seguida. Uma fonte disse à rede americana CNN que nenhum profissional perguntou se o paciente havia viajado. Dois dias depois, o indivíduo retornou ao hospital e foi internado com suspeita de ebola.

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Investigação – Autoridades do Texas afirmaram nesta quarta-feira que três funcionários de saúde que atenderam o indivíduo testaram negativo para o ebola e que não há outros casos suspeitos no Estado. Mesmo assim, profissionais continuam avaliando quantas pessoas podem ter sido expostas ao vírus por meio do contato com esse paciente.

“Temos uma equipe de sete pessoas em Dallas ajudando a fazer essa análise para ter certeza de que identificaremos qualquer um que possa ter tido contato com o paciente”, disse o médico Thomas Frieden, diretor do CDC, à rede de televisão NBC. Frieden afirmou que as autoridades estão buscando familiares que o paciente visitou, assim como assistentes de saúde que ajudaram a tratá-lo.

África – A atual epidemia de ebola na África infectou até agora mais de 6.500 pessoas, das quais pelo menos 3.000 morreram, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Guiné, Libéria e Serra Leoa são os países mais afetados. A agência alerta que o número de casos pode crescer exponencialmente, com mais de 20.000 infectados até o começo de novembro, se novas medidas não forem adotadas para conter o vírus.

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Americanos – Outros três americanos infectados com ebola foram tratados – e curados – nos Estados Unidos. Os médicos Kent Brantly e Rick Sacra a missionária Nancy Writebol contraíram a doença na África e foram repatriados já contaminados. No caso anunciado na terça-feira, no entanto, o paciente recebeu o diagnóstico nos Estados Unidos.

(Com Reuters)

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