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Coronavírus: mortes no Brasil sobem de 553 para 667, com 13.717 casos

Número de infectados subiu em 1.661 casos em um único dia; a maior taxa histórica

Por Da Redação - Atualizado em 7 Apr 2020, 18h11 - Publicado em 7 Apr 2020, 17h47

O boletim de novos casos do novo coronavírus divulgado nesta terça-feira, 7, apontou que o número de mortes em decorrência da infecção chegou a 667 vítimas. Ontem, totalizavam 553. O total de pessoas infectadas é de 13.717, 1. 661 a mais que ontem.

O número de infectados subiu 1.661 casos em um único dia, a maior taxa histórica. Até então, o maior número registrado havia sido 1.222, no dia 2 deste mês. A taxa de mortalidade aumentou de 4,6% para 4,9%.

Os Estados em situação de emergência são: Distrito Federal, Amazonas, São Paulo, Ceará e Rio de Janeiro. A capital com maior número proporcional de infectados por 100.000 habitantes é Fortaleza, seguida por São Paulo, Manaus, Florianópolis e Porto Alegre.

Medidas de Saúde

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O Ministro da Saúde, Henrique Mandetta, afirmou que há pesquisas acerca de diversas substâncias, entre elas hidroxicloroquina, cloroquina e azitromicina. Os resultados preliminares começam a ser vistos a partir de 20 de abril. Foi ressaltado que a hidroxicloroquina e cloroquina já são liberadas a pacientes graves, intermediários e internados. Ainda há duvidas, no entanto, para a prescrição a pacientes em casos brandos, por conta dos efeitos colaterais.

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O Ministro afirmou que a decisão final de receitar, ou não, a pacientes em quadros leves é do médico que esta em atendimento, uma vez que ele alerte sobre as reações adversas após o uso. “Ninguém vai reter receita”, afirmou. No entanto, para o Ministério da Saúde orientar o uso ainda faltam evidências e apoio das sociedades médicas.

Foi recapitulado que a pasta já distribuiu mais de 53 milhões de equipamentos. Será embarcado para o Brasil, vindos da China, mais 40 milhões de novos itens. A ideia é manter nos próximos meses uma entrega semanal na mesma monta. São sapatilhas, toucas, máscaras, entre outros itens. Há ainda problemas em relação a entrega de respiradores.

O Ministro Henrique Mandetta afirmou que “sabe da importância” do esforço comum entre Brasil e China para o abastecimento de equipamentos necessários para o enfrentamento da epidemia do novo coronavírus do Brasil.

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