CoronaVac: SP diz que eficácia será de ao menos 50%, mas adia anúncio
O índice preciso, contudo, não será divulgado nesta quarta-feira, 23, pelo governo paulista, como estava previsto
A CoronaVac, imunizante contra Covid-19 no centro da “guerra da vacina” entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador João Doria (PSDB-SP), tem eficácia superior a 50% e terá o registro pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), diz o governo do estado de São Paulo.
O índice preciso, contudo, não será divulgado nesta quarta-feira, 23, pelo governo paulista, como estava previsto. O atraso, disseram representantes do governo, ocorreu por conta de um pedido da Sinovac, que quer unificar os dados de outras localidades onde a vacina foi testada com as informações obtidas no estudo brasileiro. A previsão é que os dados sejam apresentados em 15 dias. O governo mantém 25 de janeiro como data prevista para início da vacinação.
A reportagem de VEJA apurou que está mantida uma reunião com os técnicos da Anvisa. O encontro ocorrerá simultaneamente à coletiva de imprensa no Instituto Butantan.
Em fala à imprensa, o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, ressaltou o caráter seguro do imunizante, afirmando que o efeito colateral mais comum foi dor no local da aplicação.
A taxa de 50% corresponde ao mínimo exigido pela Anvisa para conceder o aval para uso do imunizante no país. O medicamento é desenvolvido pela farmacêutica chinesa Sinovac Life Science em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo.
O laboratório paulista é responsável por processar e envasar o medicamento em solo brasileiro. A previsão do governo estadual é que 10,8 milhões de doses estejam em posse do centro de referência em imunizantes brasileiro até 31 de dezembro.
Na segunda-feira, 21, a fábrica da Sinovac recebeu o certificado de boas práticas de fabricação concedido pela Anvisa. O documento é fundamental para o uso da vacina no Brasil.
Nesta quarta-feira ,23, o Brasil teve médias móveis em 783,6 mortes e 46.415,6 casos
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