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Como 37 anos de venda de um sanduíche ajudam no tratamento do câncer infantojuvenil

Desde 1988, McDia Feliz apoia ações como construção e manutenção de casas de acolhimento, capacitação de profissionais de saúde e suporte psicológico

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 ago 2025, 17h30 •
  • O câncer é a principal causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos no Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), até 2025 devem ser diagnosticados quase 8 mil novos casos por ano. Apesar dos avanços no tratamento, a desigualdade regional ainda pesa: enquanto no Sudeste a taxa média de sobrevivência é de 70%, no Norte cai para 50%.

    Segundo Bianca Provedel, CEO do Instituto Ronald McDonald, é isso que motiva a realização anual do McDia Feliz, campanha de arrecadação de recursos que chega à sua 37ª edição em 2025. A meta é alcançar R$ 25 milhões, acima dos R$ 22 milhões arrecadados em 2024.

    A campanha começou de forma pioneira em 1988, na loja do McDonald’s da Avenida Paulista, em São Paulo. A ideia veio do pediatra  Vicente Odone, inspirado nas Casas Ronald McDonald nos Estados Unidos, e contou com o apoio do empresário Gregory Ryan. Na época, foram arrecadados 562 mil cruzeiros. Desde então, segundo a Instituição Ronald McDonald, mais de 3,3 milhões de crianças, adolescentes e familiares foram impactados ao longo dessas quase quatro décadas.

    A principal fonte de receita continua sendo a venda do sanduíche Big Mac no dia da campanha, prevista para 23 de agosto. Além dele, que é considerado ‘carro-chefe’ de arrecadação, a campanha também conta com doações diretas e venda de outros produtos. De acordo com o Instituto, todo recurso obtido com a venda do Big Mac — exceto impostos — é revertido para a campanha. Desses valores, 70% são destinados a projetos de saúde e 30% a iniciativas de educação.

    Provedel explica que a escolha dos projetos segue um edital público, aberto no início do ano, em que instituições cadastradas submetem suas propostas. Um comitê formado por médicos, oncologistas pediátricos e assistentes sociais de diferentes regiões do Brasil avalia os projetos segundo critérios como relevância, necessidade local e sustentabilidade. Após aprovação pelo conselho do Instituto, os recursos são distribuídos em repasses trimestrais, condicionados à prestação de contas, e auditados ao final da execução.

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    Além das Casas Ronald McDonald, que recebem apoio para manutenção e operação, o edital contempla uma série de instituições ligadas ao atendimento oncológico pediátrico. Hospitais públicos e filantrópicos, associações de apoio a pacientes e grupos locais podem submeter projetos em áreas como capacitação de profissionais para diagnóstico precoce, transporte de pacientes, segurança alimentar durante o tratamento, aquisição de equipamentos hospitalares e suporte psicológico às famílias.

    Para ilustrar: em 2025 estão previstos 75 projetos em 22 estados e no Distrito Federal. Entre eles, a manutenção de Casas Ronald McDonald em cidades como Jahu, Moema, Itaquera e Belém; Espaços da Família dentro de hospitais, como o Hospital de Amor (Barretos) e o Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Recife), além de iniciativas de capacitação em diagnóstico precoce, transporte de pacientes, apoio nutricional e acompanhamento psicológico. “O programa de diagnóstico precoce, por exemplo, já capacitou mais de 44 mil profissionais de saúde em todo o Brasil para identificar sinais e sintomas do câncer infantojuvenil logo nas primeiras consultas”, conta Provedel.

    Como participar

    O tíquete do McDia Feliz custa R$ 20,00 e pode ser trocado por um Big Mac no dia da campanha, em qualquer restaurante McDonald’s participante. A venda antecipada já começou e há diferentes formas de apoiar:

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