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Brasil, um país de obesos

É preocupante: os maus hábitos alimentares fazem com que a taxa de obesidade no país suba 60% em uma década — e o problema já atinge 25 milhões de adultos

Por Natalia Cuminale 22 abr 2017, 08h00

Nos Estados Unidos, onde uma em cada três pessoas está muito acima do peso, a obesidade é um seríssimo problema de saúde pública. O Brasil, infelizmente, vai pelo mesmo caminho. Na semana passada, o Ministério da Saúde revelou os dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), o mais amplo levantamento já realizado no país sobre os hábitos de vida e sua relação com o sobrepeso e as enfermidades. O resultado é dramático: a taxa de obesidade subiu 60% em apenas dez anos – o que representa 25 milhões de adultos obesos.

Como não poderia ser diferente, o estudo revelou também que o brasileiro come muito mal. Apenas 35% dos adultos consomem frutas e hortaliças ao menos cinco vezes por semana e 17% exageram na ingestão de refrigerantes ou sucos artificiais, para se ter uma ideia. Ambas as taxas estão longe das metas estipuladas pelas autoridades para os próximos anos. A má alimentação encurta o tempo de vida. A ingestão de um cachorro-quente ou e seis pedaços de bacon por dia, dois alimentos fartamente presentes à mesa, corresponde a aumentar em 18% o risco de tumores no intestino. Reportagem de VEJA detalha as consequências da obesidade à saúde e formas de combatê-las.

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