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Anvisa recebe pedido de uso emergencial de vacina da Pfizer contra ômicron

Vacina bivalente contém a cepa original do novo coronavírus e as sublinhagens BA.4 e BA.5 da variante de preocupação

Por Paula Felix Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
30 set 2022, 20h06

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu o segundo pedido de autorização de uso emergencial da nova vacina contra a Covid-19 da Pfizer que protege contra a variante de preocupação ômicron nesta sexta-feira, 30. A vacina bivalente contém a cepa original do novo coronavírus e as sublinhagens BA.4 e BA.5 da ômicron. Segundo a farmacêutica, a indicação é para aplicação como reforço na população com mais de 12 anos.

Esta versão da vacina recebeu autorização da Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos, para uso como dose de reforço no fim de agosto. Segundo a agência, a Pfizer fez a solicitação de uso emergencial, também em agosto, de outra versão bivalente da vacina, mas contendo a sublinhagem BA.1 da ômicron. O pedido ainda está em análise.

A vacina monovalente Comirnaty, com foco da cepa original do SARS-CoV-2, recebeu o registro definitivo da agência em 23 de fevereiro do ano passado. No último dia 16, a Anvisa autorizou uma versão pediátrica da vacina da Pfizer para a população de 6 meses a 4 anos.

A vacina para este público tem dosagem e composição diferentes daquelas utilizadas para as faixas etárias previamente aprovadas. O imunizante deve ser aplicado em três doses de 0,2 mL (equivalente a 3 microgramas). As duas doses iniciais devem ser administradas com três semanas de intervalo, seguidas por uma terceira dose aplicada pelo menos oito semanas após a segunda dose.

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Embora aprovada, a vacinação da população desta faixa etária ainda não teve início, porque o Ministério da Saúde ainda avalia a inclusão das crianças na campanha. “A vacinação para esta faixa etária será analisada pela Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 (CTAI), considerando as evidências científicas e cenário epidemiológico. Havendo aprovação para inclusão deste público, as vacinas serão disponibilizadas para todo o Brasil, como já ocorre com as demais faixas etárias.”

 

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