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Veja Essa

As frases que marcaram a semana

“O Brasil tem uma situação em que engole elefante e engasga com formiga.”

CÁRMEN LÚCIA, ministra do Supremo Tribunal Federal, ao defender uma maior transparência por parte das “instituições democráticas”

“Vocês, racistas, só merecem uma coisa: viver sozinhos até a morte! (…) E que morram sem que ninguém se lembre de vocês.”

MARIO BALOTELLI, jogador italiano, negro, provocador e alvo preferencial de preconceitos nas redes sociais

“São impalatáveis, falando diretamente.”

ARMÍNIO FRAGA, economista e ex-presidente do Banco Central, referindo-se às implicações do que chama de “conservadorismo cultural” do futuro governo Bolsonaro

“Não adianta só correr. Temos de correr mais do que os outros.”

LUIZ DAVIDOVICH, presidente da Academia Brasileira de Ciências, chamando atenção para o atraso no setor devido à falta de recursos

“As Forças Armadas adotaram o eixo democrático da Constituição. Não há espaço para aventuras exóticas.”

EDUARDO VILLAS BOAS, comandante do Exército, descartando a volta de um governo militar em entrevista na qual garantiu também que “o Brasil não se tornará um país fascista”

“Gente, eu fiz um post sem noção, mas, por favor, não levem a mal.”

MEL MAIA, atriz, depois de postar uma foto com uma máscara de beleza no rosto e, acima, a inscrição “Ku Klux Klan” — a organização supremacista americana que cobre a cabeça com um capuz branco

 (Leo Pinheiro/Valor/.)

“Eu gosto mesmo é de jabá com jerimum.”

CLAUDE TROISGROS, chef francês, dono de restaurantes badalados no Rio de Janeiro, inclusive um estrelado pelo Michelin

“Não é maluquice prever uma zona de prostituição móvel.”

SCOTT COHEN, vice-diretor da faculdade de turismo da Universidade de Surrey, comentando uma pesquisa sobre como os carros sem motorista afetarão os serviços de beira de estrada. Motéis, por exemplo, sofrerão com o provável aumento das “atividades íntimas” dentro dos veículos

“O Brasil precisa de um Putin.”

BERNIE ECCLESTONE, ex-mandachuva da Fórmula 1, que é casado com uma brasileira e tem negócios no país. Ele acha que Jair Bolsonaro pode ser a versão local do presidente russo, a quem admira

Publicado em VEJA de 21 de novembro de 2018, edição nº 2609