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Veja Essa

As frases que marcaram a semana

Eu deveria ser o garoto-propaganda do movimento #MeToo.

WOODY ALLEN, em entrevista ao jornalista argentino Jorge Lanata. O diretor, acusado de ter molestado sua filha adotiva, Dylan Farrow, nega tudo — diz que trabalha há cinquenta anos com as mais famosas atrizes do mundo e que “nenhuma delas, nunca, nunca, sugeriu nenhuma inconveniência de minha parte

Você está mais gorda que da última vez em que esteve aqui (no SBT), mas o seu rosto continua bonito.

SILVIO SANTOS, um tanto inconveniente, ao apresentar Preta Gil em seu programa de domingo. A cantora e atriz não gostou, mas, educada, seguiu em frente

Eu não tenho pressa. Estou cuidando da minha vida. Se não puder, remarco de novo.

PASTOR EURICO, deputado federal (Patriota-PE), ao explicar o motivo de ter adiado seu depoimento em ações penais movidas no Supremo Tribunal Federal contra o colega Jair Bolsonaro (PSL-RJ), processado por ter dito à deputada Maria do Rosário (PT-RS) que ela não merecia ser estuprada

É relevante sua história para todos nós. Para mim, inclusive. Quando eu tinha 17, 18 anos, fui a um comício na Avenida Presidente Vargas. Eu estava usando um boné e uma camiseta com seu nome.

MARCELO BRETAS, juiz federal, ao colher o primeiro depoimento de Lula depois de sua prisão, em 7 de abril

Se realmente eu me candidatar, Ele tem a ver com isso. É pela honra de Deus.

KáTIA DA SILVA SASTRE, a PM que matou um ladrão que ameaçava pais e filhos à porta de uma escola infantil em São Paulo. Kátia cogitou concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados

Eu era péssimo político. Porque não sou democrático o suficiente para ser parlamentar e não tenho a paciência que é preciso. Seria um ditador que não aceita a opinião dos outros.

CARLOS MASSA, O RATINHO, apresentador de TV, na 'Folha de S.Paulo', ao informar que não voltará a concorrer a mandato eletivo (ele já foi vereador e deputado federal)

Não escreverei nada sobre os últimos dois anos. A história está definida agora: ‘Trump mau. Democratas bons’. E, claro, é um pouco mais confuso do que isso.

SEYMOUR HERSH, um dos mais respeitados jornalistas investigativos dos Estados Unidos, ao lançar seu livro de memórias

Se você considera censura, vou dizer que é. É uma censura que garante os direitos de liberdade religiosa e de as pessoas não serem ofendidas na sua liberdade religiosa.

MARCELO CRIVELLA, prefeito do Rio, ao justificar o veto à peça 'O Evangelho segundo Jesus, Rainha do Céu'

 (Evan Agostini/AP)

De vez em quando, você ouvia alguém dizer ‘Oh, deveríamos trazer uma voz feminina para este projeto’, e você se perguntava ‘Que diabos isso quer dizer?’. Era essa, talvez, a ideia de alguém de trazer uma mulher para a sala de roteiristas, ou o que fosse. Mas, agora, as portas estão escancaradas.

SCARLETT JOHANSSON, louvando os avanços dos movimentos feministas #MeToo e Time’s Up, que ganharam força depois das denúncias contra o produtor de cinema Harvey Weinstein

Publicado em VEJA de 13 de junho de 2018, edição nº 2586