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Veja Essa

As frases que marcaram a semana

“Infelizmente, muitas pessoas que apoiavam a investigação só queriam o fim do governo Dilma, e não o fim da corrupção.

Carlos Fernando dos Santos Lima, procurador da Lava-Jato, em raro momento de epifania política, ao comentar no Facebook as manobras do PMDB para sufocar as investigações

Até a ex-presidente Dilma, que leu e gostou de ‘O Vendedor de Passados’, se confundiu. Ela me disse que gostou muito de O Vendedor de Políticos.

José Eduardo Agualusa, escritor angolano, fazendo troça dos pomposos títulos de seus livros

Se os políticos não tiverem coragem de mudar a legislação eleitoral para criar um fundo de financiamento de campanha, para que não fiquem mais dependendo de empresário, o Brasil não vai ter jeito.

Luiz Inácio Lula da Silva, falando, do alto de sua impávida autoridade no assunto, à rádio Tiradentes, do Amazonas

Teremos eleições no ano que vem, mas ainda não temos candidatos. Há algumas indicações, como o Lula, mais à esquerda, e Jair Bolsonaro, mais à direita. Então, esperamos um candidato no centro. Mas não sabemos quem.

Alfredo Setubal, presidente da holding Itaúsa, em 'O Estado de S. Paulo'

O Brasil e o esporte não estão longe de algo desastroso, que serve como oportunidade para rever tudo.

Raí, ex-jogador de futebol, que coordena um pacto de empresas comprometidas a só investir em clubes e entidades que adotarem gestão transparente, na 'Folha de S.Paulo'

‘Acho importante chorar no chuveiro, para que eles não vejam.’

‘Acho importante chorar no chuveiro, para que eles não vejam.’ (Alberto E. Rodriguez/Getty Images)

 

Acho importante chorar no chuveiro, para que eles não vejam.

Angelina Jolie, em entrevista à 'Vanity Fair', lamentando sua separação de Brad Pitt e revelando o cuidado com os filhos

Quando alguém me perguntava, dizia que meu pai tinha morrido em um acidente de carro. Quem quer contar essa história? Ninguém.

Charlize Theron, atriz sul-africana, ao abordar o trauma que viveu aos 15 anos: a mãe matou seu pai, alcoólatra, em legítima defesa

Outra coisa insuportável que a publicidade cria ciclicamente, que a sociedade cria, são clichês constrangedores do tipo ‘pensar fora da caixa’, ‘quebrar paradigmas’, ‘desconstruir’, agora o ‘empoderamento feminino’. Que são todos primos-irmãos de um baixo nível intelectual, são primos-irmãos do ‘beijo no seu coração’. A gente tem de fugir desses clichês.

Washington Olivetto, publicitário, abusando dos clichês

Publicado em VEJA de 2 de agosto de 2017, edição nº 2541