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Veja Essa

As frases que marcaram a semana

Por Rinaldo Gama - 29 jul 2017, 06h00

“Infelizmente, muitas pessoas que apoiavam a investigação só queriam o fim do governo Dilma, e não o fim da corrupção.

Carlos Fernando dos Santos Lima, procurador da Lava-Jato, em raro momento de epifania política, ao comentar no Facebook as manobras do PMDB para sufocar as investigações

Até a ex-presidente Dilma, que leu e gostou de ‘O Vendedor de Passados’, se confundiu. Ela me disse que gostou muito de O Vendedor de Políticos.

José Eduardo Agualusa, escritor angolano, fazendo troça dos pomposos títulos de seus livros

Se os políticos não tiverem coragem de mudar a legislação eleitoral para criar um fundo de financiamento de campanha, para que não fiquem mais dependendo de empresário, o Brasil não vai ter jeito.

Luiz Inácio Lula da Silva, falando, do alto de sua impávida autoridade no assunto, à rádio Tiradentes, do Amazonas

Teremos eleições no ano que vem, mas ainda não temos candidatos. Há algumas indicações, como o Lula, mais à esquerda, e Jair Bolsonaro, mais à direita. Então, esperamos um candidato no centro. Mas não sabemos quem.

Alfredo Setubal, presidente da holding Itaúsa, em 'O Estado de S. Paulo'

O Brasil e o esporte não estão longe de algo desastroso, que serve como oportunidade para rever tudo.

Raí, ex-jogador de futebol, que coordena um pacto de empresas comprometidas a só investir em clubes e entidades que adotarem gestão transparente, na 'Folha de S.Paulo'

‘Acho importante chorar no chuveiro, para que eles não vejam.’ Alberto E. Rodriguez/Getty Images

 

Acho importante chorar no chuveiro, para que eles não vejam.

Angelina Jolie, em entrevista à 'Vanity Fair', lamentando sua separação de Brad Pitt e revelando o cuidado com os filhos

Quando alguém me perguntava, dizia que meu pai tinha morrido em um acidente de carro. Quem quer contar essa história? Ninguém.

Charlize Theron, atriz sul-africana, ao abordar o trauma que viveu aos 15 anos: a mãe matou seu pai, alcoólatra, em legítima defesa

Outra coisa insuportável que a publicidade cria ciclicamente, que a sociedade cria, são clichês constrangedores do tipo ‘pensar fora da caixa’, ‘quebrar paradigmas’, ‘desconstruir’, agora o ‘empoderamento feminino’. Que são todos primos-irmãos de um baixo nível intelectual, são primos-irmãos do ‘beijo no seu coração’. A gente tem de fugir desses clichês.

Washington Olivetto, publicitário, abusando dos clichês

Publicado em VEJA de 2 de agosto de 2017, edição nº 2541

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