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Seis pactos internacionais que Trump rompeu

E o presidente americano está há apenas um ano e meio no poder

Por Da Redação 22 jun 2018, 06h00

– Conselho de Direitos Humanos da ONU
Sob a alegação de que o organismo internacional, responsável, entre outras coisas, por averiguar violações de direitos humanos em países, é “hipócrita”, “egoísta” e dado a reiteradas demonstrações de má vontade para com Israel, os Estados Unidos anunciaram sua saída da entidade na terça-feira 19.

– Unesco
O governo Donald Trump deixou a agência cultural da ONU em dezembro do ano passado, após ela ter reconhecido a cidade de Hebron, na Cisjordânia, como patrimônio palestino, e não israelense.

– Pacto Mundial de Migração
Também em dezembro, os Estados Unidos abandonaram o tratado da ONU para a proteção de migrantes e refugiados. A política migratória, declarou o governo, deve obedecer a interesses nacionais, e não a pactos internacionais.

– Acordo de Paris
Em junho de 2017, Trump anunciou a saída dos Estados Unidos do compromisso internacional que visa a reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa, afirmando que ele prejudica interesses econômicos do país, o segundo maior emissor de gases do mundo, atrás apenas da China.

– Acordo nuclear com o Irã
Em maio deste ano, Trump rompeu o acordo que estabelecia que o Irã deveria deixar de enriquecer urânio em troca do fim das sanções econômicas. Os países europeus signatários vêm tentando mantê-lo mesmo sem os Estados Unidos.

– Tratado Transpacífico
Ao assumir o posto, em janeiro de 2017, Trump tirou os Estados Unidos do TPP. A iniciativa, que reduzia barreiras alfandegárias entre os EUA e países signatários do Pacífico, foi classificada pelo novo presidente como prejudicial à indústria e aos trabalhadores americanos. Neste ano, Trump sinalizou que pode voltar atrás.

Publicado em VEJA de 27 de junho de 2018, edição nº 2588

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