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Quatro padres que cobram cachê de artista

Cantor de músicas sertanejas e usuário de um inconfundível chapéu de caubói, Alessandro Campos cobra 135 000 reais por cada show

Por Da Redação - 11 maio 2018, 06h00

- Alessandro Campos: 135 000 reais
O pároco é conhecido como “o padre sertanejo” por cantar músicas desse estilo, usar um inconfundível chapéu de caubói e ganhar cachê próximo ao de ídolos do gênero (Michel Teló, por exemplo, cobra cerca de 200 000 reais). Já vendeu mais de 1 milhão de cópias e seu segundo álbum esteve na lista dos cinquenta mais vendidos do mundo. Também comanda, desde 2016, um programa na Rede Vida.

- Fábio de Melo: 120 000 reais
Com 22 discos lançados em vinte anos de carreira e uma agenda de shows lotada até 2019, o padre tem uma base de fãs equivalente à de celebridades, com mais de 20 milhões de seguidores nas redes sociais. Quem o contrata diz que vale a pena: Fábio de Melo não só atrai público pagante como também cria publicidade espontânea por meio de suas redes.

- Juarez de Castro: até 60 000 reais
Com meio milhão de fãs nas redes sociais e comandando seis programas na TV e no rádio, ele diz não cobrar para fazer shows em paróquias ou entidades sociais. Mas não abre mão do cachê se o contratante é órgão público ou privado, como prefeituras e empresas. Já foi até indicado ao Grammy Latino.

- Antonio Maria: até 45 000 reais
O padre, que já cantou com Roberto Carlos e se apresentou para o papa João Paulo II, cobra cachê apenas para fazer shows em cidades com mais de 80 000 habitantes. Quanto aos contratados por paróquias menores, ele diz avaliar caso a caso.

Publicado em VEJA de 16 de maio de 2018, edição nº 2582

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