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"O Brasil deveria ser considerado juridicamente incapaz de se autogovernar." Paulo Sérgio Arisi, Porto Alegre, RS

Por Da Redação - 27 jul 2018, 07h00

Assuntos mais comentados

  • Eike Batista (Entrevista)
  • Artigo de J.R. Guzzo
  • Mortalidade infantil (capa)
  • Bolsonaro na disputa eleitoral
  • Dr. Bumbum

 


Mortalidade infantil

“Para vergonha de todos e tristeza geral da nação.” Assim termina a triste reportagem que ninguém esperava mais ler em VEJA (“Alerta vermelho”, 25 de julho). O Brasil deveria ser considerado juridicamente incapaz de se autogovernar. Interdição de uma nação! 207 milhões de abandonados por governos irresponsáveis e incompetentes. Precisamos de um país adulto que nos adote.
Paulo Sérgio Arisi
Porto Alegre, RS

Lendo a reportagem de capa de VEJA, não pude deixar de me lembrar do trabalho da querida Zilda Arns, que tanto lutou para combater a desnutrição e a diarreia com medidas simples e acertadas. Cada criança é responsabilidade de todos nós, pois elas são o nosso futuro.
Evelize Bratfisch
São Paulo, SP

A capa da última edição de VEJA descreve com fidelidade o horror que assola o povo quando políticos ignoram seus eleitores e só pensam em si.
Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso
Bauru, SP


Eike Batista - O ex-bilionário, condenado a trinta anos de prisão, afirma que vai voltar ao jogo dos bilhões Paulo Vitale/VEJA

Eike Batista

Na edição da última semana, VEJA trouxe em suas Páginas Amarelas um corruptor julgado e condenado que usou a entrevista para se vangloriar. É uma vergonha! “Aguardem, eu vou voltar” (25 de julho), disse ele. Ele vai voltar para quê? Para corromper mais e de novo? Para enganar mais investidores? Para sonegar mais? Para ser novamente um bandido, como sempre foi?
Gerson Luiz Dunca
Brusque, SC

Sou leitor assíduo de VEJA há 25 anos. A revista já nos trouxe grandes entrevistas em suas Páginas Amarelas, mas, lamentavelmente, nas suas últimas edições tem se dedicado a ouvir pessoas de má índole e que se beneficiaram de recursos públicos para enriquecer, como é o caso de Sérgio Cortês e Eike Batista.
Celso Salgado de Melo
Uberaba, MG

A biografia das pessoas é feita de coisas boas e ruins. Que Eike consiga dar a volta por cima.

Carlos Fabian de Oliveira, RJ

A única coisa boa da entrevista com Eike é o trecho em que ele diz que daqui a cinco anos estará no lugar certo. Espero que sim: na cadeia.
Oswaldo Pereira Filho
Via e-mail

Parece-me que o esquecimento seletivo atingiu o entrevistado das Páginas Amarelas. O senhor Eike se esqueceu do dia em que pagou, em um leilão beneficente, 500 000 reais pelo terno da posse de Lula. Esse cidadão condenado não merece as Páginas Amarelas de VEJA. Deveria estar preso, pagando pelo grande golpe que deu nos acionistas das suas empresas.
José Ervolino Neto
Campinas, SP

Eike Batista, com sua inegável competência empresarial, faz mais bem à sociedade solto, trabalhando, produzindo ideias e construindo empresas do que confinado em uma cela. Não devemos ter pena de bancos que não sabem avaliar riscos nem de investidores gananciosos. Em vinte anos, ou até menos, vamos perceber a relevância do Porto do Aço na economia do estado e concluir que só um visionário como Eike conseguiria projetar com antecedência segura aquele complexo.
Heitor Bastos-Tigre
Rio de Janeiro, RJ

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J.R. Guzzo

Com o artigo “Outro mundo” (25 de julho), J.R. Guzzo mais uma vez nos brinda com uma leitura fantástica. Não só às maneiras de governar e de se comportar se resumem as diferenças entre a muito bonita presidente da Croácia e a presidente que infelizmente os brasileiros tiveram. Realista também é a descrição do que é a Presidência da República no Brasil, com sua orgia de gastos, que permite ao “demiurgo de Garanhuns”, atualmente preso, manter benefícios como carros e motoristas. Isso é a nossa Justiça. Isso é o Brasil. Realmente somos outro mundo.
João Fernando Krahe
Porto Alegre, RS

A presidente croata deu uma lição de postura ética, humana e de respeito irrestrito ao dinheiro público.
Lecio Silva
Uberaba, MG

Além do ótimo futebol, a Croácia mostrou a todos os telespectadores do mundo que o sucesso de um país é diretamente proporcional à qualidade e à postura de seus governantes.
Marcos A.L. Santana
Palmas, TO


Bolsonaro

Entendo com naturalidade a dificuldade de coligação de Bolsonaro com outros partidos (“Ninguém quer o líder”, 25 de julho). Ele é o único candidato que pretende fazer mudanças que tragam resultados aos brasileiros. Os demais pretendem a mesmice, como sempre. São coligações impossíveis!
José de Oliveira Junior
Itajubá, MG

Se Bolsonaro é o líder e ninguém o quer, os eleitores o querem. Com relação a tempo de TV, como diziam lá na minha terra: meu ouvido não é paiol!
Atarcisio Pena
Belo Horizonte, MG


Dr. Bumbum

Com todo o respeito, acho um pouco difícil levar a sério um profissional da área médica que atende por um apelido (“Doutor 171, a seu dispor”, 25 de julho). Depois, as redes sociais não são exatamente o local certo para tratar de assunto tão relevante co­mo a nossa saúde.
Vera Bertolucci
São Paulo, SP


Ômega-3

Nada como uma boa pesquisa técnica e sem interesse comercial para comprovar o que realmente traz ou não melhorias para o nosso corpo (“Inútil para o coração”, 25 de julho). Espero que, além das cápsulas de ômega-3, outros suplementos sejam pesquisados.
Mônica Delfraro David
Campinas, SP


Veja 50 anos

A obesidade cresce na mesma proporção que o número de carros (“Pelo feijão com arroz”, 25 de julho). Ninguém mais quer andar a pé. Conheço pessoas que tiram o carro da garagem para buscar pão na padaria da esquina.
Jardel Luis Zalotini
Campinas, SP


A lista

O Twitter esclarece que nunca anunciou ou confirmou a exclusão de 70 milhões de perfis, dado publicado pelo jornal Washington Post, e que seu anúncio do dia 11 de julho tratou apenas de mudanças no método de contagem de seguidores. O Twitter também esclarece que suas análises mostram que as contas mencionadas em estudo da Exata Inteligência não violaram suas regras anti-spam.
José Sérgio Osse — FSB Comunicação
São Paulo, SP 

Publicado em VEJA de 1º de agosto de 2018, edição nº 2593

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