Candidatos de Lula e Zema vão mal, e senador Cleitinho lidera com folga em MG
Levantamento foi divulgado nesta terça-feira pelo instituto Paraná Pesquisas
O instituto Paraná Pesquisas divulgou um novo levantamento sobre as eleições estaduais de Minas Gerais, apontando que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera as intenções de voto com mais de vinte pontos percentuais à frente de seus oponentes. O levantamento foi feito entre os dias 4 e 7 de março, quando o instituto ouviu 1.350 pessoas em 52 municípios. O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro é de 2,7 pontos percentuais.
No primeiro cenário, Cleitinho aparece com 45,6% das intenções de voto — mais de 27 pontos percentuais à frente do provável candidato lulista, Rodrigo Pacheco, que aparece com 18,4% e ainda tenta viabilizar a candidatura, negociando um partido para se filiar. Entre as opções estão o União Brasil e o MDB, este último, no entanto, já tem como pré-candidato o ex-vereador de Belo Horizonte Gabriel Azevedo, que aparece com 6,2% das intenções na pesquisa. O candidato do governador Romeu Zema (Novo), o vice, Mateus Simões (PSD), que assumirá o comando do estado nos próximos dias, segue com menos de dois dígitos: 8,7%. Confira abaixo.
- Cleitinho Azevedo — 45,6%;
- Rodrigo Pacheco — 18,4%;
- Mateus Simões — 8,7%;
- Gabriel Azevedo — 6,2%;
- Não sabe ou não opinou — 8%;
- Nenhum, branco ou nulo — 13%.
Em um segundo cenário imaginado pelo Paraná Pesquisas, no qual Pacheco foi deixado de fora e substituído pelo ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), o senador Cleitinho perde vantagem (cerca de quatro pontos a menos de diferença para o segundo colocado), mas mantém a liderança e seu patamar de mais de vinte pontos à frente.
- Cleitinho Azevedo — 45,8%;
- Alexandre Kalil — 22,6%;
- Mateus Simões — 8,4%;
- Gabriel Azevedo — 5,9%;
- Não sabe ou não opinou — 6,4%;
- Nenhum, branco ou nulo — 10,9%.
O cenário eleitoral de Minas Gerais segue incerto até o momento, sem a confirmação de Cleitinho de que disputará realmente o comando do estado, bem como a presença do nome do ex-presidente do Congresso Nacional Rodrigo Pacheco, que já teria confirmado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sua intenção de disputar o cargo, mas que nem partido viabilizou ainda para sua entrada no jogo. Os palanques presidenciais também seguem incertos.





