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“Questão de tempo”, diz Randolfe sobre fim de sanções e tarifas dos EUA ao Brasil

Líder do governo no Congresso vê avanço nas negociações após encontro entre Lula e Donald Trump e elogia atuação da diplomacia brasileira

Por Marcela Rahal Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 29 out 2025, 19h00 • Atualizado em 30 out 2025, 10h46
  • O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), demonstrou otimismo em relação aos desdobramentos do encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente americano Donald Trump, realizado na Malásia. Em entrevista Amarelas On Air, de VEJA, Randolfe afirmou que o gesto representa “um avanço substancial” na relação bilateral e que o Brasil deve, em breve, colher resultados concretos. “Agora é uma questão de tempo para que todas as sanções sejam suspensas”, declarou.

    Segundo o senador, a combinação entre a estratégia diplomática brasileira e a postura “altiva e soberana” de Lula foi essencial para destravar o diálogo com Washington. “Eu tinha certeza que ninguém neste mundo resiste ao charme de Luiz Inácio Lula da Silva”, disse, em tom de ironia. “Não foi preciso o presidente sair dizendo ‘I love you’ por aí. O Brasil manteve sua posição e recuperou o respeito internacional.”

    Randolfe explicou que o pedido do governo brasileiro é pela suspensão completa das tarifas impostas aos produtos nacionais e das sanções contra autoridades brasileiras, classificando essas medidas como “injustas e desproporcionais”. “Não é razoável sancionar um ministro do Supremo por cumprir a Constituição. O presidente Lula, quando foi preso injustamente, não pediu apoio a chefe de Estado nenhum”, afirmou.

    O senador destacou ainda que a queda de quase 40% na balança comercial entre Brasil e Estados Unidos também pressionou Washington a reabrir as negociações. “Na prática, quem perdeu primeiro foi o comércio americano — o café e a carne lá estão ficando mais caros”, argumentou.

    Randolfe reforçou que, embora o Brasil esteja aberto a discutir temas econômicos, há limites inegociáveis. “Do ponto de vista comercial, tudo pode ser debatido. Do ponto de vista da soberania e da democracia brasileira, isso não está à mesa”, afirmou. “O Brasil volta a falar com o mundo com a cabeça erguida.”

    Veja a entrevista na íntegra.

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