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Quem é o advogado que pode ser o sucessor de Lewandowski no Ministério da Justiça

Nomes próximos ao PT e ao presidente Lula afirmam que provável escolhido será Wellington César Lima e Silva, atual advogado-geral da Petrobras

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 13 jan 2026, 14h16 •
  • As movimentações em busca de um sucessor para Ricardo Lewandowski à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública se concentraram em um novo nome nos últimos dias. Membros do PT e pessoas próximas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmam que ele está inclinado a escolher o advogado-geral da Petrobras, Wellington César Lima e Silva, para a cadeira. O petista não deve demorar para bater o martelo, com o objetivo de evitar o desgaste do interino, Manoel Carlos de Almeida Neto, que era o número dois de Lewandowski.

    Apesar de não ser um nome tão conhecido como Lewandowski, Lima e Silva está na cena política há tempos. O nome dele vinha sendo defendido nos bastidores do Planalto pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, e pelo líder do governo no Senado, Jaques Wagner (BA), dois aliados que pertencem ao círculo estrito de confiança de Lula. Promotor de Justiça de carreira, Lima e Silva já foi chefe do Ministério Público baiano.

    No terceiro mandato de Lula, ele ocupou por pouco mais de um ano o cargo de secretário de Assuntos Jurídicos. Apesar de ser uma função discreta, quem a exerce tem acesso direto à mesa do presidente, filtra e organiza assuntos que chegam a essa instância. O advogado-geral da União, Jorge Messias, por exemplo, que foi nomeado por Lula para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), atuou como secretário de Assuntos Jurídicos de Dilma Rousseff. Em julho de 2024, Lula indicou Lima e Silva para o cargo de advogado-geral da Petrobras, outra função de extrema confiança.

    Por um breve período, no final do governo Dilma, Lima e Silva foi ministro da Justiça, assumindo o cargo ocupado por José Eduardo Cardozo, que foi para a AGU. Na época, ele protagonizou um impasse com o Supremo. A Corte exigiu que ele deixasse a carreira no Ministério Público baiano (ao invés de apenas se licenciar) para permanecer na Esplanada. No final, a Corte decidiu pela exoneração de Lima e Silva.

     

     

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