Queiroz tem prisão domiciliar negada pela Justiça do Rio
O ex-policial está preso no Complexo de Gericinó, no Rio de Janeiro

A desembargadora Suimei Cavaleiri, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, negou, na madrugada de hoje, o pedido da defesa de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), para que ele fosse transferido para prisão domiciliar.
O advogado Paulo Emílio Catta Preta, que representa Queiroz, havia pedido para que a prisão prisão preventiva (sem prazo determinado) fosse substituída por prisão domiciliar. Como argumentos, citou um tratamento contra um câncer no intestino, uma cirurgia de próstata feita há dois meses e o risco de contágio por ele estar no grupo de risco em meio à pandemia do novo coronavírus. Queiroz está preso no Complexo de Gericinó, no Rio. Por causa da pandemia de Covid-19, Queiroz ficará isolado por 14 dias, em uma cela de 6m2, com chuveiro, sanitário e pia.
A íntegra da decisão que negou a concessão de liminar pedida pela defesa de Queiroz não está disponível em razão da decretação do segredo de justiça. O mérito do habeas corpus será julgado futuramente pelo colegiado da 3ª Câmara Criminal.
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Queiroz foi preso em Atibaia, no interior de São Paulo, na manhã de quinta, 18, em casa de Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro. Em reportagem de capa, VEJA analisa o impacto da prisão no governo Bolsonaro.
(com Agência Brasil)