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PT vai fazer mapa para Lula bater martelo sobre palanques estaduais

Diagnóstico que sair de reunião do grupo de trabalho eleitoral do partido na próxima segunda-feira vai embasar decisões do presidente da República

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 1 fev 2026, 10h52 • Atualizado em 1 fev 2026, 10h52
  • O PT fará na próxima segunda-feira, 2, uma reunião decisiva sobre a formação de seus palanques estaduais para as próximas eleições. Os integrantes do grupo de trabalho eleitoral (GTE), comandado pelo presidente nacional do partido Edinho Silva e coordenado pelo deputado federal José Guimarães, debaterão o cenário político em cada um dos 26 estados e no Distrito Federal.

    Como a prioridade do Partido dos Trabalhadores é, naturalmente, garantir a reeleição de Lula a mais quatro anos no Palácio do Planalto, Edinho e Guimarães esperam sair do encontro com um mapa eleitoral que embasará uma conversa posterior com o presidente da República, a quem caberá, como sempre, bater o martelo sobre dilemas entre candidaturas próprias e apoio a nomes de outras legendas.

    Hoje, o coordenador do GTE petista calcula o lançamento de vinte candidatos a senador e de dez a quinze postulantes a governador oriundos das próprias fileiras.

    Os estados já governados pelo PT — Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, todos no Nordeste — são “prioridade”, afirma Guimarães. Nos três primeiros, Jerônimo Rodrigues, Elmano de Freitas e Rafael Fonteles têm direito à reeleição. 

    Em terras potiguares, tanto a governadora Fátima Bezerra como seu vice do MDB, Walter Alves, vão renunciar dentro do prazo legal de seis meses antes das eleições para concorrer a outros cargos, criando o risco de uma disputa indireta na Assembleia Legislativa alçar um nome da oposição à chefia do Executivo até o fim do ano.

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    Como mostra reportagem de VEJA na edição que está nas bancas, a simples possibilidade de o PT perder a hegemonia em redutos nordestinos resultou na elaboração de planos de contingência para, se houver necessidade, escalar ministros estratégicos da Esplanada de Lula para disputar governos estaduais.

    No “triângulo eleitoral” do Sudeste, formado por São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, os três maiores colégios eleitorais do país, “Lula precisa de palanques potentes”, diz Guimarães. Com isso em mente, tudo indica que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, será destacado para, mais uma vez, enfrentar Tarcísio de Freitas e tentar segurar o patamar de votos que Lula obteve dos paulistas em 2022, crucial para sua vitória contra Jair Bolsonaro.

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