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Presidente do PT defende maior debate sobre guardas municipais e segurança pública

Em ano eleitoral, uma das prioridades do governo no Congresso é o avanço da PEC que prevê gestão coordenada do tema por órgãos federais, estaduais e municipais

Por Pedro Pupulim Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 fev 2026, 17h20 •
  • O presidente nacional do PT, Edinho Silva, criticou nesta segunda-feira a pouca frequência de debates sobre o que classificou como “municipalização da segurança pública”. Para o petista, a gestão da segurança no país ficou concentrada nas mãos de prefeituras sem que prefeitos recebam repasses de recursos suficientes para garantir a proteção dos cidadãos.

    “A Polícia Militar vai diminuindo o seu efetivo, as prefeituras vão aumentando o efetivo da guarda municipal, então você vai municipalizando a segurança pública sem que isso esteja num pacto federativo”, completou.

    Alertou, ainda, para a batalha ideológica em torno do tema, explicando que os programas voltados à área precisam ser discutidos de modo palatável para garantir que a população entenda o assunto e que medidas possam ser colocadas em prática.

    “Se a gente fizer do tema da segurança pública um debate ideológico pra saber quem é mais radical, nós não vamos a lugar nenhum, e nós não vamos ter um programa que governadores e prefeituras possam assimilar”, disse Edinho.

    Em pleno ano eleitoral, uma das pautas prioritárias do governo Lula no Congresso é o avanço da PEC da Segurança Pública, proposta pelo próprio Planalto com a ideia de responder a uma escalada de violência no país em 2025.

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    Um dos pontos centrais do texto é, segundo a Secretaria de Comunicação do governo, garantir que polícias e órgãos de segurança federais, estaduais e municipais trabalhem de forma coordenada, com inteligência e estratégia unificadas por meio da criação do “SUS da Segurança”, o Susp.

    A PEC tem sido bastante criticada pela oposição, que acusa o governo federal de, entre outros pontos, querer concentrar a gestão do tema em âmbito federal, o que enfraqueceria o poder decisório de estados e municípios sobre medidas de segurança.

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