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Por que deputados de direita no Rio estão comparando as articulações de Flávio à eleição do Papa

Impasse no PL em torno do cenário eleitoral no Rio de Janeiro é chamado nos bastidores de 'conclave'

Por Rayssa Motta Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 fev 2026, 13h47 •
  • Com o fim do Carnaval, as articulações políticas para as eleições prometem ganhar fôlego total. No Rio de Janeiro, a grande expectativa é em torno da conversa entre o senador Flávio Bolsonaro, o governador Cláudio Castro e o presidente do diretório estadual do PL, Altineu Côrtes, para definir os planos do partido em 2026.

    O estado terá duas eleições neste ano: uma indireta, na Assembleia Legislativa, para definir quem terminará o mandato de Cláudio Castro quando ele se desincompatibilizar do governo, e a eleição direta em outubro.

    Os caciques do PL ainda não chegaram a um consenso sobre a melhor estratégia para o cenário inusitado que se desenha no Rio. Políticos de direita têm se referido ao encontro entre Flávio, Castro e Altineu, previsto para depois do Carnaval, como o “conclave”, em referência à reunião fechada e sigilosa dos cardeais da Igreja Católica para definir o papa.

    “Vão sentar lá, vão se matar, vai ter um conclave. Um dia vai ser fumaça preta, outro fumaça preta, um belo dia antes da eleição vai ter fumaça branca”, brinca o deputado estadual Rodrigo Amorim (União Brasil).

    O mandato-tampão será aberto com a saída de Cláudio Castro para lançar candidatura ao Senado. O governador tem até abril para se desincompatibilizar. Como o vice, Thiago Pampolha, deixou o Executivo para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado, a Assembleia Legislativa terá que definir um nome para completar o mandato.

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    A eleição indireta, às vésperas do calendário eleitoral, interessa a Cláudio Castro. O governador tenta emplacar um nome de sua confiança e já familiarizado com a máquina do estado para concluir o mandato sem ameaçar seus interesses políticos. O favorito é o secretário da Casa Civil, Nicola Miccione, que se filiou ao PL em dezembro. 

    Outra ala do partido, ligada ao senador Flávio Bolsonaro, considera que o PL deveria aproveitar o espaço para emplacar um nome forte que possa disputar a sucessão em outubro. Um dos cotados é o secretário estadual de Cidades Douglas Ruas. Com a caneta na mão, o futuro candidato poderia se apresentar ao eleitorado e já mostrar serviço. O Rio é um colégio eleitoral importante para o senador, que deve enfrentar Lula na eleição presidencial e deseja uma candidatura competitiva no estado para lhe dar palanque. 

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