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‘Pitbulls tchutchucas’: Paes provoca aliados de Bacellar na Alerj

Ataque ocorre na véspera da votação de projeto que regulamenta pagamento de dívida bilionária do estado com a prefeitura

Por Ludmilla de Lima Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 2 fev 2026, 15h42 • Atualizado em 2 fev 2026, 16h00
  • O primeiro projeto a ser votado pela Assembleia Legislativa do Rio na volta do recesso, nesta terça-feira, 3, regulamenta o pagamento de uma dívida do estado de mais de R$ 8 bilhões com a prefeitura da capital. Os valores se referem à compensação do repasse de ICMS ao município do Rio entre 1997 e 2024, que será realizada, caso a proposta seja aprovada, durante 52 anos. O texto já provoca barulho no meio político. Com a divulgação da ordem do dia na Alerj, o prefeito Eduardo Paes (PSD), agora oficialmente pré-candidato a governador, usou as redes para atacar a tropa de choque de Rodrigo Bacellar (União), culpando aliados do presidente afastado da Casa pela demora da votação. “Só para o devido registro histórico: acordo proposto pela prefeitura do Rio desde 2024 e que por pura birra do antigo comando da Alerj e seus pitbulls tchutchucas não foi votado naquele mesmo ano”, atacou Paes, mirando em deputados que também sustentam o governador Cláudio Castro (PL) no Legislativo.

    O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou como inconstitucional a lei estadual que excluía a capital fluminense da divisão da partilha do ICMS. Para a Corte, “não pode a legislação estadual, sob o pretexto de resolver as desigualdades sociais e regionais, alijar por completo um município da participação em tais recursos”. O Rio estava de fora do cálculo desde a criação do imposto. “O governador teve que ser ameaçado pelo STF para avançar com esse acordo ‘Casas Bahia’ proposto por nós”, continuou Paes, agora mirando no governador Cláudio Castro. E ele seguiu seu “desabafo” escrevendo que “essa birra política e irresponsável” também levou a Alerj a tirar cerca de R$ 150 milhões da educação de municípios ao deixar de votar proposta na área. O único afago foi direcionado ao presidente em exercício da Casa, Guilherme Delaroli (PL), que recebeu “parabéns” por “avançar de forma republicana e não perder tempo com os tchutchucas pitbull de seu antecessor”.

     

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