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O silêncio de Bolsonaro

Três horas após a tragédia, nenhuma manifestação a respeito

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 13 mar 2019, 13h17 • Atualizado em 13 mar 2019, 15h15
  • O governador de São Paulo, João Doria, decretou luto de três dias pelo massacre na Escola Estadual Raul Brasil, que resultou na morte de funcionárias e alunos.

    Os ex-presidenciáveis Marina Silva, Guilherme Boulos e Fernando Haddad vieram a público manifestar sua solidariedade e indignação pela tragédia. Alguns membros do governo federal, como o ministro Sergio Moro, também falaram sobre o tema.

    Jair Bolsonaro, o presidente da República, sempre pronto a tuitar pelos cotovelos, nada disse até as 13h10 de hoje, cerca de três horas depois de a notícia vir à tona.

    Leia também:

    Ao vivo: a cobertura da tragédia em Suzano.

    Ataque em Suzano
    Movimentação na frente da Escola Estadual Raul Brasil, de Suzano (SP), após dois jovens entrarem no local e atirarem contra estudantes – 13/03/2019 (Werther Santana/Estadão Conteúdo)

     

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