O que será questionado a diretor da Meta que depõe à CPI do Crime Organizado por anúncios ligados a golpes
Anúncios com golpes funcionariam como fonte de financiamento para facções criminosas
A CPI do Crime Organizado ouve o diretor-geral da Meta no Brasil, Conrado Leister, nesta terça-feira. Ele será interrogado sobre o possível uso do Facebook e do Instagram como meios para a disseminação de atividades criminosas, o que funcionaria como fonte de financiamento para o crime organizado.
Convocado com urgência pelo colegiado, Leister terá que explicar números da Meta: estima-se que até 10% da receita global da empresa em 2024 (algo em torno de US$ 16 bilhões) tenham vindo de anúncios ligados a golpes e cassinos online.
Senadores devem questioná-los sobre os números desses anúncios no Brasil e se a meta sabia da probabilidade de golpe, apesar das veiculações.
A suspeita é de que a empresa tenha aumentado o valor desses anúncios, após identificar o potencial de golpe, para aumentar o faturamento anual.





