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O que os brasileiros fariam com o tempo livre, caso o fim da escala 6×1 fosse aprovado

A pesquisa indica mudanças nas prioridades em alguns recortes etários, de gênero e de renda

Por Gabriel Sabóia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 13 fev 2026, 13h30 •
  • Uma pesquisa feita pela Nexus apontou que 45% dos brasileiros dedicariam mais tempo à família, caso o fim da escala 6×1 fosse aprovado sem redução salarial. Outros 23% disseram que investiriam mais tempo nos cuidados da própria saúde, enquanto 18% escolheriam atividades de lazer no tempo livre.

    Outras ocupações também foram citadas, como fazer renda extra (15%), dedicar tempo ao relaxamento mental (14%), praticar atividade física (11%), investir em cursos e capacitações profissionais (10%), dedicar tempo à reforma da casa (7%), começar um novo hobby (5%) e aprender um novo idioma (4%). Outros 3% responderam que não se dedicariam a nenhuma dessas atividades, e 4% não souberam ou não quiseram responder.

    A pesquisa indica mudanças nas prioridades em alguns recortes etários, de gênero e de renda.

    Entre os brasileiros de 25 a 40 anos, esse tempo em família é ainda mais importante: são 54% os que responderam que ficariam mais em casa se tivessem um dia extra de folga. Já 20% dos jovens, de 16 a 24 anos, investiriam em cursos e capacitações profissionais. A população mais velha, entre 41 e 59 anos (24%) e os que têm acima de 60 anos (28%), cuidaria mais da saúde caso tivesse mais tempo livre.

    O cuidado com a própria saúde também seria priorizado por quem tem menos renda, resposta de 31% dos brasileiros que ganham até um salário mínimo e por 27% das mulheres. Já as atividades de lazer são um desejo maior para quem ganha mais de 5 salários mínimos (26%), para quem é trabalhador de carteira assinada (23%) e para quem estudou até o ensino superior (22%).

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    Entre os brasileiros que escolheriam fazer renda extra, destacam-se os trabalhadores com CNPJ (24%), os homens, de forma geral (20%), e quem ganha acima de 2 salários mínimos (19%).

    A pesquisa entrevistou 2.021 cidadãos com idade a partir de 16 anos, nas 27 Unidades da Federação, entre os dias 30 de janeiro e 05 de fevereiro. A margem de erro no total da amostra é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

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