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O plano de ‘vingança’ de Bolsonaro contra o STF passa pelo Senado

José Casado avalia que candidatura de Flávio à Presidência integra estratégia maior para garantir 42 votos e pressionar ministros da Suprema Corte

Por Redação VEJA
27 fev 2026, 13h43 • Atualizado em 27 fev 2026, 14h31
  • A corrida presidencial de 2026 pode estar apenas na superfície de um movimento político mais amplo. Segundo análise do colunista José Casado no programa Os Três Poderes, o verdadeiro foco do ex-presidente Jair Bolsonaro não seria apenas eleger o filho, Flávio Bolsonaro, ao Palácio do Planalto — mas ampliar a força do bolsonarismo no Senado (este texto é um resumo do vídeo acima).

    O objetivo, segundo Casado, seria alcançar ao menos 42 cadeiras na Casa. Esse número permitiria criar um ambiente permanente de pressão sobre ministros do Supremo Tribunal Federal, com pedidos sucessivos de impeachment.

    A eleição presidencial, nesse contexto, ganha outra dimensão: instrumento de mobilização para uma disputa institucional mais profunda.

    Por que o Senado virou peça-chave?

    O Senado é a Casa responsável por processar e julgar ministros do STF em casos de impeachment. Com uma base robusta de apoio, seria possível protocolar e sustentar pedidos em série, mantendo a Corte sob tensão política constante.

    Casado afirma que Bolsonaro, condenado e preso por crimes contra a Constituição — incluindo tentativa de golpe de Estado —, enxerga na recomposição do Senado uma forma de reação.

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    A estratégia equivaleria, segundo o colunista, a uma “vingança institucional”.

    Flávio é candidato ou catalisador?

    A candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro, nessa leitura, teria dupla função: manter o bolsonarismo mobilizado nacionalmente e puxar votos para candidaturas ao Senado alinhadas ao ex-presidente.

    A disputa majoritária serviria como motor para fortalecer palanques estaduais e ampliar a bancada do PL.

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    “O negócio do Jair não é eleger o filho presidente; se acontecer, ele não vai lamentar”, disse Casado. “Mas o que ele quer mesmo é garantir 42 votos no Senado.”

    A estratégia muda o eixo da eleição?

    Se o foco estiver mesmo no Senado, a campanha presidencial tende a ganhar contornos ainda mais polarizados.

    De um lado, Luiz Inácio Lula da Silva busca consolidar apoio e neutralizar desgastes. De outro, Bolsonaro trabalha para transformar o pleito em um movimento coordenado de recomposição institucional.

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    O Senado passa a ser visto não apenas como Casa revisora, mas como centro de gravidade da próxima etapa do embate entre Executivo e Judiciário.

    O plano é viável?

    Alcançar 42 cadeiras exige articulação nacional ampla e vitórias em estados estratégicos. Hoje, o bolsonarismo tem base relevante, mas distante desse número.

    Ainda assim, a mobilização pode alterar o cálculo político de aliados e adversários, influenciando negociações partidárias e formação de chapas.

    VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual Os Três Poderes (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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