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O novo embate entre governo Lula e bolsonaristas sobre a ‘taxação do Pix’

Nikolas Ferreira e Fernando Haddad, entre outros, travaram discussão sobre o assunto nas redes sociais

Por Pedro Jordão Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 jan 2026, 19h06 • Atualizado em 15 jan 2026, 19h06
  • Um novo embate sobre a eventual possibilidade de o sistema de transferência bancária Pix passar a ser taxado ou não no país começou a ser travado entre a oposição bolsonarista e o governo Lula — repetindo situação ocorrida no início de 2025.

    A disputa começou após o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) publicar um vídeo reavivando a sua opinião de que o sistema Pix passou a ser controlado e que, com isso, cidadão que trabalha de maneira autônoma pode cair na malha fina da Receita Federal, sendo taxado mais do que é atualmente.

    O bolsonarista mineiro cita uma portaria de agosto de 2025 da Receita que aponta a mudança, a mesma sugerida pelo governo no início do ano passado, mas por outro caminho. Pela a portaria, as transferências Pix acima de 5.000 reais passam a ser monitoradas com o objetivo de combater o crime organizado e lavagem de dinheiro ilegal.

    “Pix, fintechs e carteiras digitais passam a obedecer às mesmas regras dos bancos tradicionais (…). O Pix passa a ser tratado como banco para fins de fiscalização (…). As instituições devem informar à receita as movimentações financeiras acima de 5.000 reais. Ou seja, o que eles revogaram em janeiro de 2025, depois que o nosso vídeo viralizou e conseguiu unir o povo, eles trouxeram de volta em agosto (…).  Se você movimentar mais que 5.000 reais por mês pelo Pix e isso não bater com o que você declarou no imposto de renda, a Receita vai saber, e você pode cair numa malha fina (…) e pode acabar pagando imposto”, afirmou Nikolas.

    A publicação do deputado passou a ser compartilhada por vários outros bolsonaristas, como o senador Carlos Portinho, presidente do diretório estadual do PL no Rio de Janeiro.

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    Rapidamente, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comentou o conteúdo de Nikolas, desmentindo-o: “Eles tentaram fazer isso no ano passado (…), depois se viu que aqueles vídeos de fake news acabaram favorecendo o crime organizado, e nós tivemos que republicar a portaria para combater o crime organizado (…). Esse tipo de ação delituosa da oposição não contribui (…). Quem ganha com isso? O Brasil não ganha com isso”.

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    Do lado governistas, outros parlamentares também se posicionaram, como o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que questionou “a quem interessa a disseminação de fake news?”, e a deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que afirmou que iria denunciar “Nikolas Ferreira ao MPF por espalhar mentiras sobre o Pix para causar pânico”.

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