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O fantasma que assombra o bolso dos brasileiros e o governo Lula em tempos de guerra

Presidente fala em “engenharia econômica” para conter impacto da alta do petróleo e evitar que inflação chegue ao prato do brasileiro

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 13 mar 2026, 17h00 •
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo prepara medidas para evitar que a escalada da guerra envolvendo o Irã pressione o preço dos combustíveis e provoque aumento no custo dos alimentos no Brasil (este texto é um resumo do vídeo acima).

    Durante declaração reproduzida no programa Ponto de Vista, apresentado por Marcela Rahal, Lula disse que o governo estuda mecanismos tributários e acordos com estados para impedir que a crise internacional se traduza em inflação doméstica.

    Segundo o presidente, a intenção é impedir que o impacto da alta do petróleo chegue ao bolso de motoristas, caminhoneiros e consumidores.

    O que o governo pretende fazer para conter os preços?

    Lula afirmou que o governo estuda uma “engenharia econômica” para neutralizar os efeitos da guerra sobre o preço dos combustíveis.

    A proposta envolveria ajustes tributários e mecanismos de compensação para evitar repasses imediatos da alta internacional do petróleo ao consumidor brasileiro.

    Segundo o presidente, a medida busca impedir que o aumento no custo do combustível pressione toda a cadeia de preços da economia.

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    Por que o governo teme o impacto no preço dos alimentos?

    Na avaliação de Lula, o maior risco é que o encarecimento do diesel afete diretamente o transporte de mercadorias.

    Se o combustível subir, o custo do frete tende a aumentar — o que impacta produtos básicos consumidos pela população.

    Por isso, o presidente afirmou que o objetivo do governo é impedir que a crise internacional chegue “ao prato de feijão” do brasileiro.

    Estados também podem ajudar a conter a inflação?

    O presidente também citou a possibilidade de colaboração dos governos estaduais, especialmente por meio de eventuais reduções no ICMS sobre combustíveis.

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    Segundo Lula, cada estado poderia contribuir dentro de suas possibilidades para amenizar o impacto da alta do petróleo.

    A estratégia dependeria, porém, da disposição dos governadores em aderir ao esforço de contenção de preços.

    Por que a inflação preocupa tanto em ano eleitoral?

    Para analistas políticos, a alta de preços em um ano de eleição pode ter efeitos diretos sobre a popularidade do governo.

    Inflação de combustíveis e alimentos costuma atingir especialmente a população de renda mais baixa — um segmento central do eleitorado.

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    Por isso, conter o impacto econômico da guerra no Oriente Médio tornou-se prioridade para o Planalto.

    VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual Ponto de Vista (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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