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O cronograma da PF para novas operações no Rio

Trabalho de inteligência dos últimos meses deve desencadear ações ostensivas além daquelas deflagradas nesta semana, que levaram a 14 prisões

Por Rayssa Motta Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 12 mar 2026, 19h07 • Atualizado em 12 mar 2026, 19h11
  • Ao longo da última semana, a Polícia Federal no Rio deflagrou três operações com uma característica em comum: todas miram relações espúrias entre agentes públicos e o crime organizado. Foram 14 presos em três dias, incluindo policiais civis, policiais militares e até um delegado federal, além de um ex-secretário do governo Cláudio Castro.

    Novas operações semelhantes tendem a se tornar rotina no Rio na medida em que a força-tarefa Missão Redentor II se tornou permanente. O grupo de trabalho que reúne 40 agentes da PF foi criado a partir de uma determinação do Supremo Tribunal Federal na “ADPF das Favelas” com a missão de mapear a infiltração de facções e milícias no poder público fluminense. Foram recrutados policiais de diferentes estados com expetise em inteligência para fazer parte do esquadrão.

    Fontes próximas ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, afirmam que essa passou a ser a prioridade no Rio. A superintendência da PF vem cumprindo as orientações à risca. Em 2021, sob a coordenação do delegado Luiz Flávio Zampronha, diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado, foi criado no Rio o Centro de Inteligência Policial Operacional da Missão Redentor, com foco na atuação do tráfico de drogas e das milícias, especialmente na identificação de lideranças. Após a decisão do STF, houve uma expansão do grupo, que praticamente dobrou de tamanho desde 2021, e uma ampliação do foco para combater a infiltração do crime nos espaços formais de poder, com atenção especial para suas conexões com agentes públicos, operadores financeiros e estruturas políticas.

    A primeira operação aconteceu ainda no ano passado, com a apreensão de drogas na Bahia, a partir de um alerta da PF do Rio, mas novas fases ostensivas começam a ganhar tração como resultado do trabalho de inteligência desenvolvido ao longo dos últimos meses. Novas ações são esperadas em breve.

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