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O caso Lulinha e a contagem regressiva da CPMI do INSS

Cúpula da comissão quer prorrogar trabalhos para aprofundar investigações sobre o filho do presidente Lula

Por Ricardo Chapola Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 mar 2026, 13h56 •
  • A cúpula da CPMI do INSS vai apelar ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar prorrogar os trabalhos da comissão instalada no ano passado com o objetivo de investigar os desvios de 4 bilhões de reais das aposentadorias dos idosos. O presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), já anunciou que apresentará uma ação nesse sentido. Caso não seja atendido, a comissão precisará ser encerrada no dia 28 de março.

    A ideia dos parlamentares que comandam a CPMI, particularmente os de oposição, é estender o prazo dos trabalhos para tentar ampliar algumas linhas de investigação que não avançaram.

    O foco principal é explorar o suposto envolvimento de Fábio Luis da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República, com um fraudadores do INSS.

    O filho do presidente foi citado em um depoimento à Polícia Federal do empresário Edson Claro, antigo parceiro de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS” e apontado como principal operador do esquema.

    No relato, o empresário disse ter ouvido de Antunes que ele pagava 300 mil reais mensais a Lulinha em troca de algumas facilidades que conseguia junto ao governo. O presidente nunca desmentiu as suspeitas contra o filho e afirmou em entrevista que, se ele estiver envolvido,  “vai pagar o preço porque a lei é para todos”.

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    Na semana passada, a CPMI entrou com um recurso no Supremo Tribunal Federal contra a decisão liminar proferida pelo ministro Flávio Dino que impediu os parlamentares da comissão de terem acesso às quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático do filho de Lula.

    Dino concedeu a liminar sob o argumento de que requerimentos aprovados na CPMI não contavam com a devida fundamentação legal e não deveriam ter sido votados em bloco, mas sim de maneira individualizada.

    A decisão foi criticada pelos parlamentares, que a classificaram como mais uma intromissão indevida do STF em assuntos do Legislativo.

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