O apertado embate na disputa pelo governo do Alagoas
Levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra que Renan Filho (MDB) e João Henrique Caldas, o JHC (PSDB), têm menos de 5% de diferença
Um levantamento divulgado neste sábado, 4, pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra um cenário apertado entre os prováveis rivais na disputa pela chefia do Executivo do estado de Alagoas. O ex-prefeito de Maceió, João Henrique Caldas, o JHC (PSDB), aparece com 45,9% das intenções de voto, menos de 5% de diferença em relação ao seu adversário, o ex-ministro dos Transportes de Lula, Renan Filho (MDB), que tem 41%.
Depois dos dois, aparece Lenilda Lula (UP), com 1,4%, o que mostra o cenário polarizado entre os dois adversários que estão melhor posicionados nas pesquisas.
Em comparação com levantamentos anteriores, as intenções de voto de FHC e Renan Filho têm se mostrado estáveis, com uma ligeira vantagem do tucano. Em outubro de 2025, o emedebista estava com 42,1% das intenções de voto, contra 46,3% do seu adversário. Dois meses mais tarde, em dezembro de 2025, Renan Filho teve uma pequena queda, indo para 40,9%, enquanto JHC chegou a 47,6% — a maior diferença entre os dois revelada pelo Paraná Pesquisas.
A pesquisa também aponta as diferenças no eleitorado segundo o gênero, a escolaridade, o trabalho e a atividade religiosa. Renan Filho tem mais votos entre os homens, enquanto JHC tem praticamente a mesma preferência entre os dois gêneros. O tucano tem mais potenciais eleitores entre os que têm apenas o ensino médico completo e estão trabalhando. Com o emedebista, ocorre o oposto: ele tem mais possíveis eleitores entre os que têm curso superior completo e que não estão no mercado de trabalho.
De acordo com a pesquisa divulgada neste sábado, 48,6% dos entrevistados que declararam voto em JHC frequentaram alguma celebração religiosa nos últimos dez dias, número que cai para 38,5% entre os que têm intenção de votar em Renan Filho.
Sobre a pesquisa
O levantamento ouviu 1400 eleitores entre os dias entre os dias 28 de junho e 01 de julho de 2026. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%.







